extremamente competente esse pessoal!
Blues Session Electric Band
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
às
8:54 AM
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Kenji
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discografia comentada do bob dylan
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
às
9:44 AM
| Postado por
Kenji
olha
vcs sabem que eu odeio o bob dylan
mas vc não precisa deixar de gostar do bob e nem me odiar por isso. Basta a gente saber conviver com nossas diferenças.
então vou deixar aqui a dica de que saiu a discografia comentada do bob dylan no Brasil
vai que vc gosta disso.
http://www.dropmusic.com.br/index.php/ultimas-noticias/3086-discografia-comentada-de-bob-dylan-lancada-no-brasil
vcs sabem que eu odeio o bob dylan
mas vc não precisa deixar de gostar do bob e nem me odiar por isso. Basta a gente saber conviver com nossas diferenças.
então vou deixar aqui a dica de que saiu a discografia comentada do bob dylan no Brasil
vai que vc gosta disso.
http://www.dropmusic.com.br/index.php/ultimas-noticias/3086-discografia-comentada-de-bob-dylan-lancada-no-brasil
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Blues Etílicos em Uberlândia, boas idéias e outras opiniões
às
9:29 AM
| Postado por
Kenji
Aí eu achei essa boa notícia pro pessoal de Uberlândia
O que eu achei boa idéia do evento: conciliar show de blues com ações de caridade e integrar com ações de conscientização cultural
E o Flávio dando um depoimento que 1/2 que concorda com meu argumento (entrar no mercado está mais difícil) e 1/2 que discorda do meu argumento de que o gaitista deve tentar caminhos inovadores (fãs de blues serão sempre fãs de blues).
A bem da verdade, eu acho que a grande maioria das bandas de blues no brasil não está aí para ganhar dinheiro, até pq o mercado é bem apertado. Quase todos os bons blueseiros que eu conheci (e não foram poucos) estavam nessa pq absolutamente amam o blues de forma intensa e sincera.
Eu tb acho que as pessoas deveriam procurar saber mais sobre outros estilos, abrir a mente para sons mais antigos e etc. Por outro lado, eu acho que o Blues Etílicos, quando surgiu, surgiu também com uma proposta inovadora, que na época eles mesmos chamavam de "Up Blues", que significava "nosso blues é dançante e vc pode se divertir, não vai ser um show com um monte de gente velha tomando whisky".
ALIÁS, eu acho que uma banda de blues que quiser alcançar o sucesso deveria medir sua audiência pelo número de mulheres no recinto. Mulheres são o filé do público, não fazem confusão, alegram o ambiente e são multiplicadoras de público. São hubs sociais naturais. Se uma banda de blues conseguir aliar num show [1] boa música + [2] diversão + [3] um ambiente onde os caras não sejam uns chatos pegajosos, eu acho líquido e certo que vai mudar o que a gente chama de blues ;-)
Olha, se eu te falar que tinha isso no Madam's Organ, em Washington DC, vc acredita?
O que eu achei boa idéia do evento: conciliar show de blues com ações de caridade e integrar com ações de conscientização cultural
Show Blues Etílicos
Hoje – 21h (com abertura da banda BR Blues Band)
London Pub – Avenida Floriano Peixoto, 39 – Centro
Ingresso: Um brinquedo novo (exceto armas e carros de guerra)
Mesas esgotadas
Entidades que se beneficiarão com a doação de brinquedos:
• Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV/AIDS
• Creches Comunitárias Associadas de Uberlândia - 4 unidades
• Associação Antônio e Marcos Cavanis
• Associação Escolinha Tempo de Vencer
Ações educativas Blues Sesc
Inscrições abertas
26/11, amanhã
14h às 18h
Minicurso de Guitarra: O ritmo do Blues e suas especificidades
Beto Rosa – músico e produtor musical
27/11, sexta-feira
15h às 17h
Palestra: Uma história do Blues: dos lamentos ao Rock’n’Roll
Professor Estefani Martins – professor, produtor cultural e pesquisador na área de historiografia musical e multimeios.
20h às 22h
Palestra: Fundamentos da música negra norte-americana.
Professor Cristhian Lima – professor de sociologia, pesquisador na área de historiografia religiosa e cultura africana.
Local: Sesc - Rua Benjamin Constant, 844 - Aparecida
E o Flávio dando um depoimento que 1/2 que concorda com meu argumento (entrar no mercado está mais difícil) e 1/2 que discorda do meu argumento de que o gaitista deve tentar caminhos inovadores (fãs de blues serão sempre fãs de blues).
(...)Formado em dezembro de 1985 no Rio de Janeiro, quando todos os integrantes tinham uma média de 22 anos, o Blues Etílicos mantém a popularidade no país. “Quando começamos era mais fácil. Tocávamos no rádio, tinha gravadora investindo, muita televisão. Viramos uma marca. Pra quem está começando hoje, é mais difícil”, disse Flávio Guimarães.
Quanto à massificação de bandas de todos os estilos, Flávio acredita que muitos entram na área musical para ganhar dinheiro, diferente de quem entra porque gosta, porque quer se expressar. “Essas bandas entram sabendo que daqui dois anos não vão existir. Quem gosta de blues hoje, vai gostar amanhã, não é passageiro. Os jovens precisam entender que o que é bom não precisa ser novo. Alguns não sabem nem o que é Rolling Stones”, disse o vocalista.(...)
A bem da verdade, eu acho que a grande maioria das bandas de blues no brasil não está aí para ganhar dinheiro, até pq o mercado é bem apertado. Quase todos os bons blueseiros que eu conheci (e não foram poucos) estavam nessa pq absolutamente amam o blues de forma intensa e sincera.
Eu tb acho que as pessoas deveriam procurar saber mais sobre outros estilos, abrir a mente para sons mais antigos e etc. Por outro lado, eu acho que o Blues Etílicos, quando surgiu, surgiu também com uma proposta inovadora, que na época eles mesmos chamavam de "Up Blues", que significava "nosso blues é dançante e vc pode se divertir, não vai ser um show com um monte de gente velha tomando whisky".
ALIÁS, eu acho que uma banda de blues que quiser alcançar o sucesso deveria medir sua audiência pelo número de mulheres no recinto. Mulheres são o filé do público, não fazem confusão, alegram o ambiente e são multiplicadoras de público. São hubs sociais naturais. Se uma banda de blues conseguir aliar num show [1] boa música + [2] diversão + [3] um ambiente onde os caras não sejam uns chatos pegajosos, eu acho líquido e certo que vai mudar o que a gente chama de blues ;-)
Olha, se eu te falar que tinha isso no Madam's Organ, em Washington DC, vc acredita?
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A Melhor Cantada do Mundo
terça-feira, 24 de novembro de 2009
às
12:18 PM
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Kenji
tinha que ter uma gaita no meio
um doce prá quem adivinhar o gaitista
pista
Here we are.
Together all alone.
In the still of the night.
Baby all I know.
My whole heart skips a beat
When you're next to me.
In the still of the night.
Well here we are.
Just you and me like this.
With every sweet caress.
Every tender kiss....
ps. detalhe que essa música não existe de verdade. ela dura só esses segundos do comercial e a letra completa é essa aí de cima mesmo. A cantora eu entrego de graça: Sherie Marshall
ps2. uma brincadeira legal seria tentar inventar o resto da música ;-) e meter gaita em cima... ah se eu tivesse tempo...
um doce prá quem adivinhar o gaitista
pista
Here we are.
Together all alone.
In the still of the night.
Baby all I know.
My whole heart skips a beat
When you're next to me.
In the still of the night.
Well here we are.
Just you and me like this.
With every sweet caress.
Every tender kiss....
ps. detalhe que essa música não existe de verdade. ela dura só esses segundos do comercial e a letra completa é essa aí de cima mesmo. A cantora eu entrego de graça: Sherie Marshall
ps2. uma brincadeira legal seria tentar inventar o resto da música ;-) e meter gaita em cima... ah se eu tivesse tempo...
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Levy e o blues
às
12:14 PM
| Postado por
Kenji
thanks Bresslau
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