segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Hering e seu blog

demorou, mas a hering abriu seu blog

eu acho um canal de comunicação extremamente interessante... se os comentários estiverem abertos! ;-)

a bends tem bons newsletters, mas eu acho que eles deveriam abrir um blog também

ok, eu admito. eu adoro blogs ;-)

ps. aposto que o bresslau tá estudando corporate blogging e viral marketing ;-)

Blues na rádio em BH



Olha prá vocês verem como são as coisas...

No orkut tem uma comunidade chamada "the blues", onde tinha uma thread falando sobre opções de blues em BH que sempre ficava no topo pq sempre tinha gente lá conversando. Um belo dia, esse pessoal descobriu a barbearia de blues e nunca mais as coisas foram as mesmas.

A Cris, uma das mais ativas, estudante de jornalismo jornalista formada pela UFMG, resolveu arregaçar as mangas e produzir seu próprio programa de rádio sobre blues na FM universitária da UFMG, com um "piloto" de quase 80 programas curtos, com 2 ou 3 músicas cada, e um trabalho de pesquisa sério sobre as várias vertentes e tendências históricas do blues. Estes programas vão ao ar a partir de segunda, dia 3 de Dezembro. O programa passa à noitona e repete de madrugada, pela 104,5 FM Universitária (ok, não pega na cidade toda, mas quase)

Aí, pessoas!

Segunda agora, 3/12, começa (finalmente) o programinha de blues que tou fazendo na Rádio UFMG Educativa (104,5 FM). Vai ter muito blues local, algumas raridades e outro tanto de clássicos. Sempre às 23h, uma pílula (maior que o normal), com cerca de 10 minutos, de curiosidades e músicas. Fiz o folder abaixo pra ajudar a divulgar, conto com vocês (até porque vai rolar muuuita gaita também, é claro).

Ah, e a 104,5 FM pega muito bem em algumas regiões da cidade e pessimamente em outras. Nesse último caso, rola de ouvir pelo site (www.ufmg.br/online/radio), ou esperar pra quando eu lançar em podcast.

Besos,
Cris


O que é o mais legal do programa: não é blues de quem não entende. A Cris é uma das poucas em BH com quem se consegue conversar sobre blues num nível de quem realmente gosta e curte. E ela é perfeccionista, cruza dados e descobre todas as idiossincrasias que povoam a web e os livros por causa das inúmeras lendas e inexatidões da história dos vários blueseiros, coisa rara de se ver por aí.

Outra coisa bacana é que a proposta dela é mais ou menos o seguinte: manda uma música "feijão com arroz" do blues (prá educar quem não conhece) e uma música "rara" ou "desconhecida" prá mostrar que ninguém está aqui prá perder tempo brincando. Quando fui ver, eu tinha mandado cerca de 50 mp3 dos blues mais diversos, passando por todos aqueles gaitistas que todo gaitista gostaria de ouvir até aquelas gravações que eu guardo no cofre, que nem o Chico Blues imagina que existem ;-) E eu sou apenas mais um da lista! Outros caras que sacam bem mais de blues que eu (são muitos, eu sei) também mandaram suas dicas prá Cris, de forma que muito provavelmente, a programação dela vai estar dentre as melhores programações de blues em rádio conhecidas ;-)

Cada um fez sua parte.

Por isso, meus amigos, não percam estes programas por nada deste mundo.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Rodica

eu não me canso de elogiar a Rodica

o ferrari tá divulgando o site dela no myspace, com gravações que eu nunca tinha visto... e que podem ser baixadas...

a versão de sweet chariot, se não me engano, tem a voz do Sérgio Pererê, um duo que rendeu um show com muitos spirituals, coisa que infelizmente eu perdi no meio do ano...

bacana sim.

aí me perguntam cadê a gaita? bem, ela faz shows mais ou menos regulares com o Ferrari

é isso

v-amp

seguinte

v-amp é um emulador de amplificadores que tb tem alguns efeitos, cópia do pod da line 6, mas que é bom tb.

prá ligar ele no PC e baixar presets prá ele, como eu não achei nenhuma página que ensinasse isso de forma simples, vou fazer aqui e agora.

1. vc vai comprar um cabo MIDI-serial. na loja vai custar uns 80 reais (não achei em lojas, mas o preço era esse) mas vc vai comprar um feito manualmente no mercado livre por 25 pilas que funciona do mesmo jeito.

2. vc vai ligar no v-amp o in no in e o out no out, e na entrada serial atrás do seu PC

3. espera-se que seu PC tenha um driver pro MIDI, se vc consegue tocar MIDI no PC, provavelmente está habilitado

4. vc não vai colocar seu v-amp em modo edit nem nada. conecte tudo, ligue o v-amp e aperte "A" (midi)

5. vc vai baixar este software aqui do site da behringer

6. instale o benedito e ele vai tentar reconhecer o v-amp no MIDI assim que vc abrir o programa

pronto. o programa deixa vc mudar os parâmetros de cada preset na interface do computador (bem melhor que a do v-amp mesmo) e até mesmo carregar novos presets na memória do v-amp. Os presets feijão com arroz estão neste site aqui

e o básico de como tocar amplificado (com v-amp ou não)

e o material avançado

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Vídeos da convenção NHL 2007

Em outubro eu fui a Bristol para a convenção nacional de gaitas do Reino Unido, NHL.

Aqui um link para vários vídeos gravados durantes os concertos na noite de sábado:
http://br.youtube.com/results?search_query=H2007+bristol

E aqui um vídeo do amigo Donald Black, que desenvolveu a giata Highlander da Hohner comigo e quem eu fui visitar na Éscócia.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

vídeos perdidos de 16 de Maio 2003


osmar e leandro



osmar e pedro



osmar, pedro e zé



pedro


prata da casa... onde foda não tem cheiro ;-) (ou tem?)

achei esta foto


da esquerda prá direita: Kenji, Clara Machado, Diogo Farias, Osmar, Édson

de um email antigo de novembro de 2002

arqueologia

remexendo velhos textos, achei este texto meu e da lud, provavelmente feito pro zine 700km, na época em que fomos no primeiro bluesmobile para campinas (não lembro exatamente o ano, provavelmente 2000 ou 2001 ou algo assim)

foi quando a gente conheceu pela primeira vez, ao vivo e à cores, várias pessoas do gaita-l.

pelas contas, eu tinha 25 anos (14+11). Como eu tenho hoje 32, é de 7 anos atrás este texto.

Prezados leitores, acompanhei nos dias oito e nove desse mês uma caravana de gaitistas malucos por Blues. A primeira parada do nosso Bluesmobile, como a Van foi apelidada, foi o show Tributo à Gaita Blues, que aconteceu na madrugada de sexta para sábado na tradicionalíssima casa de espetáculos Delta Blues Bar, em Campinas/SP. Participaram do show os principais nomes da gaita no Brasil: Dr. Feelgood; Benevides; Vasco Faé; Robson Fernandes; Big Chico; Flávio Guimarães; Rodrigo Eberienos, Sérgio Duarte; Luis Fernando Lisboa e Márcio Maresia. Cada um deles homenageou um gaitista consagrado do Blues. Ao mesmo tempo, acontecia o Encontro Nacional do Gaita-List, uma lista de discussão que reúne mais de 250 aficcionados pelo instrumento, desde 99. O encontro foi um espetáculo à parte e se estendeu até sábado à noite quando a galera se reencontrou no Bar Oscar's, em Sampa.
A minha intenção, quando viajei com esse povo, era cobrir os dois eventos para o 700 km. Fiquei absolutamente maravilhada com a qualidade do som que eu ouvi e, também, com a qualidade das pessoas que encontrei nessa viagem. Mas o fato é que a emoção que senti não pode ser comparada a das outras pessoas que vivem e respiram Gaita e Blues 24 horas por dia. Por essa razão resolvi ceder meu espaço. O texto abaixo é do Leonardo Kenji Shikida, um cara que há 11 anos iniciou-se na gaita, descobriu o Blues e depois nunca mais parou. Também é responsabilidade dele a organização do primeiro CD da lista, que pode ser adquirido através do e-mail kenjishikida@brfree.com.br.
O único comentário que não posso deixar de fazer é que todos aqueles que estiveram por lá, ouviram aqueles músicos e dividiram aquela emoção, se tornaram, certamente, um pouco mais gaitistas. Acho que até mesmo eu. Para saber mais, entre no site www.geocities.com/gaita_l.
Com vocês, o Kenji:
Tudo começou 15 dias antes do show. Quando a galera ficou sabendo que ia ter um show com dez gaitistas da pesada tocando três músicas cada, de uma vez só. Ficou meio evidente que ia ter neguinho indo a pé prá assistir, daí a idéia do encontro no dia seguinte em SP.
Desde o CD do gaita-list, a turma de gaitistas foi se entrosando cada vez mais, enquanto eu reunia o pessoal daqui de BH. É o tal negócio: quando você gosta muito de uma coisa que pouca gente gosta, acaba procurando seus iguais e confabulando a revolução russa no
quintal...
A galera foi se organizando bonitinho e tal. Chega na véspera, o cara da Van fura com a gente. A coisa começa a ficar cara e a situação complicada. Na véspera da viagem nós demos um show no Reciclo, eu cheguei em casa e dormi às duas da matina e acordei seis da matina e começar a olhar preço de Van e tudo mais. Com muita sorte, encontrei um cara que fazia um "desconto de 10% na primeira viagem" e viabilizou o preço. Fui trabalhar na parte da manhã e marquei com o pessoal às 11h30min na minha casa. Atrasou uma porrada de coisa e só saimos da cidade por volta de 14 horas. Detalhe: o show estava marcado para começar em Campinas às 23.
Foram 7 horas de sonzeira, muito violão, muita gaita, tensão de chegar atrasado e não entrar, som na caixa o tempo todo. O motorista era muito gente boa e até gostou do som... Chegando perto de Campinas, um caminhão caído no meio da estrada... a gente ia morrer na praia....
Mas que nada, chegamos a tempo, às 21h30min. Comemos um pastel de vento e entramos por milagre no Delta Blues, que é um bar tradicional de blues que existe há 9 anos e por onde passaram todos os bluesmen brasileiros que se tem notícia. O lugar é apertado e ficou simplesmente intransitável, só que era a maior densidade de gaitista por metro quadrado do Brasil. Você andava dois metros e trombava no Sérgio Duarte, mais dois metros e trombava no Benevides. Mais dois metros e era o Flávio Guimarães... quando não encontrava com a galera da lista do RJ, SP e Santos...
O show mesmo foi até 4h. Infelizmente tínhamos hora prá chegar em SP, no albergue da Praça da Árvore. A dica do lugar foi da Clara Machado, uma espécie de "Nélson Motta" de São Paulo. Senão teríamos ficado até às 7 da manhã, quando se encerraram as JAMs.
O pessoal da lista, por incrível que pareça, não tinha um chato sequer. O show, que só tinha gaitista de primeira, teve dois momentos especiais prá mim que foram o Benevides, que vai ter que vir a BH de algum jeito dar um show com a banda dele de Curitiba, a Mister jack. Rápido... o homem é MUITO rápido na gaita. E o Rodrigo Eberienos, que pegou carona com a gente no Bluesmobile várias vezes e se especializou em tirar Mark Ford, o cara que toca o meu blues favorito (vide http://www.brfree.com.br/~shikida/blues.htm). Antes do show, cheguei a perguntar se ele tocaria igual ao CD "Here we go." Tive como resposta: "Olha, eu consigo tocar igual, mas aqui eu vou fazer o meu solo". Não pude ver, só pude ouvir, de tão empapuçado que o lugar tava mas eu juro que não era só o cara, era a banda de apoio também. Eles ensaiaram CADA nota, e o Eberienos tocou com perfeição de timbre... até o solo, quando ele fez, foi o dele mesmo. Só isso já valeu a viagem inteira. Quem viu disse que o vocalista chorou no fim da música. Pode até ser álcool, mas a galera chorou por dentro nessa música com certeza.
Aí deu a hora de ir embora e foi todo mundo pro albergue, que é o oposto do que eu sempre achei que fosse um albergue. O lugar era organizado, limpo, simpático, civilizado, confortável e, pasmem, barato! No mesmo albergue, o motorista da Van começou a ganhar umas aulas de gaita gratuitas com a galera.
De lá, fomos para o encontro da lista. O dia anterior foi só para ouvir, aquele era o dia de tocar. Conheci pessoalmente gente da qual eu já era muito amigo. Até um cara que foi o primeiro cara que eu vi ter uma página de banda de blues nacional na web com quem sempre tive o maior respeito e amizade. E foi aquela JAM gigante, a galera se divertindo e cada hora era um no palco... cara, que noite...
Depois o Eberienos deu uma demonstração de virtuose na mesa do buteco que deixou muita gente com vontade de jogar a gaita fora... O cara emendou uma sequência de forrós na gaita de blues que só vendo para acreditar.
Fechamos o Encontro em uma pizzaria e voltamos, todo mundo morto de cansaço e de alma lavada... A fita de vídeo já foi editada em SP e deve estar sendo vendida por estes dias. O pessoal de SP e do RJ ficou sabendo que existe um bando de loucos em BH e um dos gaitstas do show, um dos mais criativos na minha opinião, o Dr. FeelGood, pode vir a BH em agosto/setembro para um showzinho. Ele já chamou a galera para aparecer e dar uma canja com ele. Dane-se se a gente tocar mal, passamos vergonha mas tocamos com o cara a todo custo!
Foi uma viagem muito boa. Foi um pessoal muito bom no Bluesmobile. Foi um pessoal muito bom de SP, RJ e Campinas. Vi um monte de gaitistas pessoalmente e meu saquinho de gaita quase não tem mais lugar para autógrafo. Ouvi coisas inacreditáveis na gaita. Conheci um dos bares mais tradicionais de blues do país. Toquei Summertime, e Na baixa do sapateiro.
Eu não adorei a viagem, eu amei a viagem e assim que puder, faço tudo de novo. E se rolar de organizar o próximo aqui em BH, a gente faz uma quebradeira aqui. Tem fotos e tem a fita de vídeo a caminho. E eu vou gostar mais ainda da minha música favorita. Eu não mereço? Ah! Eu mereço sim!!!Yeah!!! Como diria o John Lee Hooker, I'll never get out of this blues alive!!! E não vou mesmo!!

(Lud e Kenji, de Belo Horizonte)

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Bluesmenau - dois feras da cromática



José Staneck




Ronald Silva


thanks Clara!

Blues e honestidade



mandaram esse vídeo prá mim, como vídeo-resposta ao vídeo que eu coloquei no youtube do Ben Andrews tocando no Madam's Organ de washington (essa casa é duca!)

é o Ben Andrews and the Blue Riders, gravação de 96. Blues legítimo, com um bom e honesto solo de gaita.

ele ilustra a minha teoria de que o instrumento mais importante do blues sempre foi e sempre será A VOZ (fico feliz de ter podido dizer isso na TV uns anos atrás...). Nem gaita nem guitarra. É a VOZ.

e é o mais difícil de encontrar, de boa qualidade aqui no blues nacional. Temos instrumentistas que acabam indo pra virtuose enquanto a simplicidade do blues vai ficando cada vez mais distante. O cantor blueseiro canta quase com vergonha, quase que arrependido. Canta para dentro. Aqui, os cantores berram. O blues não é prepotente. É humilde. Não esqueça sua alma em casa quando for cantar blues.

Verdade seja dita, o Bruno do Nasty é um puta dum cantor de blues. Dos melhores ;-) E a semelhança entre os estilos do Bruno e do Ben é notável.



acima, Nasty Blues, com Bruno Avanzato no vocal.

Anotações sobre Stevie Wonder por Richard Hunter

Richard Hunter sempre nos presenteia com suas observações didáticas e bem embasadas no harp-l. Desta vez, achei tão interessante que resolvi postar aqui no blog.

De vez em quando, alguém tem paciência para postar algo deste nível no gaita-l também, mas posts como estes me fazem pensar o quão importante é a presença de determinadas pessoas com conhecimento na lista, e a diferença que elas fazem quando resolvem compartilhar suas opiniões com nós, meros mortais.

Em tempos de gaita-l agitado pela passagem polêmica e meteórica da Melissa, eu me pergunto se a melhor forma de subir o nível da lista não é justamente pela outra ponta, dos caras que sabem postarem o que sabem, sem medo de parecerem pedantes.

Muita gente reclama do baixo nível da lista, dos assuntos banais e das pessoas perguntando coisas básicas. Bem, então puxe assunto de níveis mais altos. Como diz o ditado zen, o mestre zen é como um sino. Bata suavemente, e ele lhe dará uma nota suave. Bata com toda a força e ele dará um sonoro estrondo ;-)

Mark Panfil wrote:
-Everyone recognizes his playing and I think I attribute that to the keys he plays
-in most of the time. You see, most chromatic players use the slide to add sharps
-and flats. They embellish starting with the slide relaxed. Stevie Wonder plays many
-songs with the slide pushed in as "home" and he releases it to embellish
-the notes. that makes his "sound" quite different from the crowd.

Stevie has recorded memorable solos in D (Fingertips), E (Isn't she Lovely), F (Creepin'), G (Please Don't Go), F# (For Once In My Life), C (Got to Spend A Little More Time with You, from James Taylor's "Hourglass" CD, incidentally a wonderful recording from start to finish), and even Eb using an Ab diatonic harp (Boogie On Reggae Woman). On the list above, only the key of F# is played on the chromatic mostly with the slide in. This is by no means a complete list, and even this short list shows that Wonder is instantly recognizable in any key, even on the diatonic harp, which has no slide at all. So I think we can safely say that it's not the keys he plays in that make him distinctive.

It's true that Stevie uses the slide in a distinctive way, but that's not about the key he's playing in. It's also true that many harmonica players have imitated Stevie's slide work, which is pretty easy to imitate, without being able to sound like Stevie for more than a few bars (which is enough for most studio work, of course, but not enough to fool an audience for long). And like I said above, the slide thing doesn't explain why Boogie On is so distinctively Stevie.

There are a few things that make Stevie so unique:
1) His harmonic sense. Stevie always seems to choose notes that bring out the highlights in the chord changes he plays over. His harmonic sense comes through even more strongly on his compositions, where the chord changes tell amazing stories.
2) His tone. Like Toots Thielemans, Stevie has a very personal tone (though nothing like Toots's, of course). A personal sound is something that great players achieve, regardless of their instrument. Eric Clapton has a personal sound; Lester Young had one; Stevie's got his. Asking "How does a player get that personal sound?" is like asking how the player got to be the person he or she is. In other words, it's easier to appreciate it than to explain it.
3) His attack and release. Stevie tends to play his notes marcato, meaning slightly separated, and he often ends his notes with a trailing vibrato that's very emotional.
4) The way he constructs a solo. Stevie goes for a big finish on his solos. "For Once In My Life" is an obvious example--it ends on a screaming A# at the top end of the harp, after a series of phrases that go higher and higher.

I could go on, but those are some of the highlights.

Summary: Stevie is so distinctive because he has a unique, remarkable musical conception. His harp playing is one of the things that he uses to express that conception, along with his singing, his compositions, and his orchestrations in general. Let's not forget that in the 1970s and 1980s Stevie also practically defined the sound of synthesizers in pop music. In those decades, there was hardly a musician in the world that wasn't listening closely to Stevie Wonder. I still laugh when I think about Paul Simon accepting the Grammy for "There Goes Rhymin' Simon"; his first words to the audience were "I'd like to thank Stevie Wonder for not making a record this year."

Thanks and regards, Richard Hunter
hunterharp.com

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

deja blue 4a no pau e pedra

deja blue no pau e pedra, 21h

R$ 7, mas cai para R$ 2 para quem estiver duro :-) [é só me procurar lá]

no repertório, clássicos do rock-blues. Vaughan, Clapton, Elmore James, Robert Johnson, Hendrix, etc.

palco aberto para canjas, como sempre ;-)

Avenida Getúlio Vargas, 489
Funcionários
(31) 3284-2397

é nóis

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Neste sábado, antes da barbearia

o sábado está virando uma festa ;-)

o Lucas Fainblat (aquele moleque que canta uma barbaridade) me avisou do seguinte show

Av. Brasil, em frente à loja maçônica. Chama BANCA TOTARO.
Vou tocar lá: eu, frodo e uma banda mto boa.
Estaremos no palco às 16h EM PONTO!(pode acreditar, em ponto mesmo!)
Abração!


divulgando aqui, não só pq é boa música, mas pq o Frodo é gaitista e tá tocando bem legal, vale conferir e prestigiar.

lembrando que a agenda de shows de blues em BH, quem tem feito o melhor é sempre a Cris na comunidade Blues-BH do Orkut

quebrando o galho dos não orkutianos, publico aqui em caráter excepcional o que rola neste fim-de-semana em BH

Neste fim de semana
Quatro opções jóias de showzim:::::

Sexta-feira, 9:

* Hot Spot e Leandro Ferrari no Vinnil Cultura Bar, às 23h
* 10 anos de Legado Blues na Utópica Marcenaria, à 0h

Sábado, 10:

* Tributo à guitarra, do Affonsinho, no Capim Limão, às 21h30
* Bendito Blues, do Samir Chammas, no Café Alexandrina, às 22h


prá barbearia, as regras são:

não choveu: Solar de 5 às 7 e Canoas depois
choveu: Canoas de 5 em diante


o endereço dos dois vc encontra no www.barbearia.org

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Golden Melody e os overbends

A Golden Melody tem fama de ser "a" gaita para overbends, como o Ruan apontou no seu blog. Aqui vai uma tentativa de explicação do porquê.

A Hohner não faz nenhuma gaita especificamente para overbends, então por isso que a GM também não é anunciada como específica para essa técnica. Imagine que, se a Hohner disser que uma gaita é boa para overbends, qdo gaitistas com pouco treino não conseguirem alcançar a técnica, culparão a Hohner.

Mas a GM ganhou a fama de ser boa para overbends por alguns motivos:

  1. É da série Classic ou Hand Made da Hohner, como a Marine Band. Essas são as melhores gaitas Hohner para overbends, provalvemente por causa dos tamanhos e perfis das palhetas.
  2. Não tem bocal, as chapas de vozes estão o mais próximo da boca o possível. O Howard acredita que isso é importante. Tanto que, quando a Hering lançou a linha custom, eu achei estranho que eles tenham escolhido um modelo com bocal.
  3. As placas de cobertura são planas e relativamente baixas. O pessoal da Seydel acredita que isso seja benéfico para overbends.
  4. A afinação temperada agrada mais a quem quer tocar jazz e linhas melódicas. Como, geralmente, gaitistas que usam overbends consistentemente gostam de tocar nesse estilo, preferem a GM em relação a outros modelos da Hohner, que apresentam uma afinação entre a justa e a temperada.
  5. Gaitas Hohner foram e talvez ainda sejam as melhores gaitas para serem ajustadas para overbends.
  6. Howard Levy usou essas gaitas exclusivamente por muito tempo. Claro que elas eram ajustadas pelo Filisko, mas eram GM e sempre que alguém perguntava, ele indicava esse modelo. Eu acho que esse fato é o mais importante para ter estabelecido a Golden Melody como gaita para overbend.

Bendito Blues sábado

Bendito Blues

Samir Chammas, Eduardo Matos e Marcelo Marreco
Sábado, dia 10 de novembro às 22 horas
Café Alexandrina, Rua Pernambuco 797, Savassi
no quarteirão do Villa Árabe
R$ 8,00


coisa de primeira. não percam!

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Orquestra Paulista de Gaitas

Pessoal,

criei uma página no MySpace e um site de fotos para meu grupo de gaitas. É tudo novo.... dá uma olhada e me falem o que acharam pra eu ir melhorando.

Lá tem também um link para o album do grupo e um blog para postar notícias. A noticia quente é que ganhamos um festival em blumenau neste fim de semana, na categoria grupos e pegamos segundo lugar no geral - foi show de bola.

http://www.myspace.com/opgaita

Bom, entrem lá e comentem. Abraço!!!!

Fernando.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

prorrogação

Olá,

Prorrogamos o prazo para a entrega dos videos (links), musicas e votos para homenageado para o dia 15 de Novembro. Estamos com poucas contribuições de videos, é fácil, basta enviar o link do youtube. A pedido das camisetas vai até 15 de novembro também.

Todas informações no blogue:
http://cd-gaita-l2007.blogspot.com/

Abraços,

Xavier