sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

Ho Ho Ho

Olá pessoal!

Dia 24/12 (Domingo) após a ceia de Natal estaremos recebendo os amigos para a última Jam do ano no Garage D'Caza!

O palco estará aberto para quem chegar e quiser fazer um som, ok?

Esperamos todos vocês para encerrar esse grande ano!

Um grande abraço e até lá!

Gustavo
Hot Spot

quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

Pré-Natal

Sabado | 23/12/2006 | R$ 6,00 | 21:30H ]

SHOW LORETTA FUNKENSTEIN ACÚSTICO
O grupo mineiro Loretta Funkenstein faz soul music com sotaque brasileiro. Soul, blues, ritmos brasileiros, jazz , música latina e rock fazem parte do amplo universo musical do grupo, que tem mais de 12 anos de entrosamento e ampla experiência musical. Participação especial do gaitista Pedro Kokaev.

O Vitrola Café e Arte é um espaço verdadeiramente musical . O melhor do jazz , blues e música instrumental fazem parte do cotidiano da cafeteria.
Rua Tomé de Souza, 1.081 - Savassi - Belo Horizonte.
Info e Reservas: (31)3227-2138

Leandro Ferrari + Rodica Weitzman + Augusto Rennó

terça-feira, 19 de dezembro de 2006

Marcelo Batista 4a

Reforçando...

César Brito, Marcelo batista, Jimmy Duchowny e outros talentosos músicos formam esse grupo que promete Jazz e MPB de qualidade na noite de quarta feira.

Couvert: R$8,00
21h
reservas: 3223-6316
R. Pernambuco 1286 - Pça Da Savassi
Mezanino da Travessa

Hot Spot com Osmar e Samir nesta Sexta

HOT SPOT (ACÚSTICO)
Gustavo Andrade: guitarra e voz
Osmar Melo: gaita
Samir Chammas: gaita

22/12 - Sari Cafe Lounge [22:00hs]
R. Antônio de Albuquerque, 862 - Savassi
Belo Horizonte, MG
Couvert: R$6,00
Reservas: (31) 3227-0034

domingo, 17 de dezembro de 2006

Retrospectiva 2006

Já é quase Natal e 2006 está quase no fim. E o bom de se ter um blog é poder olhar para trás e avaliar como foi o ano.

Este blog começou logo depois que eu voltei de D.C. Eu fui para lá durante o carnaval e voltei dia primeiro de abril. Logo depois, abri este blog.

A primeira coisa em que eu me envolvi foi na barbearia. A experiência da barbearia nos states me levou a tentar uma iniciativa parecida em Belo Horizonte, e que levou também a uma iniciativa parecida em Campinas-SP. Durou uns 7 encontros, minguando no meio da copa do mundo. Minha conclusão: o modelo americano não se aplica a BH. BH Não tem gente suficientemente interessada e os músicos profissionais também não se interessam. Ao contrário dos states, onde mesmo os músicos profissionais gostam de tocar por prazer na barbearia de lá, os músicos daqui não se empolgaram com a idéia. Apesar dos professores de gaita, ou se existirem, professores de guitarra com inclinação blues teoricamente terem interesse neste tipo de iniciativa, não foi algo que colou. Não sei se foi o dia (domingo) ou o horário (alternado entre tarde e noite) ou o modelo anárquico de jam session acústico. O fato é que se no Brasil é verdade que uma roda de samba ou choro é coisa fácil de se encontrar, o mesmo não se pode dizer do blues. O blues aqui é cultura da elite, não é uma manifestação popular, portanto não tem a mesma força. Não é ressentimento, é constatação.

A barbearia foi, no entanto, muito legal para atrair pessoas que gostam de blues para dentro da "panela". Gente que gosta muito, gente que tem o espírito do blues, gente que eu tive satisfação de conhecer através do evento. Infelizmente não teve massa crítica.

Ao mesmo tempo, uma jam memorável com vários gaitistas de BH e mais alguns amigos de SP como a Clara, o Carlini, o Eisinger e o Fernando Xavier marcaram o meio do ano com um grande encontro e uma grande confraternização, logo após a vinda do Sérgio Duarte a BH pelo Minas Harp do Leandro Ferrari. Também ajudou a trazer para a "panela" outros gaitistas que estão batalhando o caminho deles como o Tarcísio, o Alfredo e a Andréa, entre outros.

Veio então a notícia oficial da Bends como a nova fábrica de gaitas, afinada com o gaita-l, sangue novo entusiasmado com a possibilidade de fazer novas gaitas com qualidade superior e muitas idéias novas, aquecendo muito o mercado. Foi a grande notícia do ano. Fui conhecer mais na expomusic em SP e é certo que a aposta é alta.

Marcelo Batista, gaitista tradicional da cidade, aposentou das aulas de português e voltou a se dedicar com força total à harmônica, e finalmente, depois de anos, pode-se ver shows dele novamente.

O show dos BH Harmônica Combo no Otoni 16 foi por água abaixo com a notícia de que o bar estava mudando de direção. A primeira notícia triste do ano.

A segunda notícia triste veio com o falecimento de Ulysses Cazallas, recém-contratado pela Bends. A comunidade gaitística ficou de luto. Não posso dizer que não fiquei pensando um bocado em muita coisa depois disso. De vez em quando, olho para uma foto minha com a Lud e ele na casa dele em Camboriú, e penso nele como uma espécie de oração, como se de alguma forma, ele pudesse me inspirar a ser um gaitista melhor de onde ele está.

Aguardam para sair do forno, os já praticamente prontos CDs do Leandro Ferrari (MG) e do Rodrigo Eberienos (RJ). O primeiro eu não ouvi, o segundo eu ouvi e é um grande cd, de um grande gaitista, em ótima forma.

SP também agitou o cenário com o movimento GaitaGroove, encabeçado pelo Carlini e acompanhado de perto pelo Fernando e pelo Tostines. Confira a faixa do Tostines no CD do gaita-l deste ano e confira do que estou falando.

Logo em seguida, um dos maiores barracos na lista do gaita-l entre o Fernóia e o Benevides e a discussão eterna da criação da Sociedade Brasileira de Harmônicas agitaram a lista, que rapidamente voltou ao normal, após muitas discussões acaloradas.

O CD do gaita-l 2006, que já está pronto, tem data de lançamento marcada para o fim de janeiro de 2007, aguardado a presença do Bresslau e de vários gaitistas de SP, num mês culturalmente "morto" de BH. Estou negociando apoios para o evento, mas adianto desde já que não abrir mão do caráter independente do evento. O cd do gaita-l, do qual me despeço neste, sempre teve seu lançamento associado a jams abertas e sua idéia sempre foi o de promover gaitistas iniciantes, ainda sem espaço no cenário. Não vai ser diferente, nessa minha despedida.

E vários outros gaitistas estão trabalhando duro. O Trio Vira-Lata fez bonito na europa e lançou cd (me prometeram ele hehehehehe) e os gaitistas de BH nunca estiveram tão ocupados. São frequentes os shows semanais com Pedro Kokaev, Leandro Ferrari, Samir Chammas, Osmar, Marcelo Batista e mais alguns que eu ainda não vi. O Odilara/Alarido da Andréa tb tem gaita. Mariana Borssatto foi para a Argentina, pegar um pouco da habilidade cromática dos incríveis gaitistas argentinos.

Del Junco veio à argentina mas não passou pelo Brasil, ao contrário de Howard Levy, que trouxe os argentinos até SP para conferir os shows no SESC. Não pude ir em nenhum dos dois, mas penso que já tive sorte suficiente em conhecer a barbearia em D.C.

Também foi o ano em que eu comprei minha filmadora e desde então tenho feito coletâneas em DVD, colocando algumas coisas no youtube e mandando algumas coisas pelo correio. Registrando. Como sempre. Minha banda vai bem, fez um show bacana numa terça à noite, talvez faça outros no início do ano que vem.

A galera está um pouco dispersa. Eu tenho minha parcela nisso também. Mas sei que o Zé tá trampando um bocado prá pagar as contas, o Édson tb, o Osmar parece mais ocupado do que nunca e a Mariana está no país vizinho. A vida social de todo mundo deve estar corrida e eu ando com poucos projetos de gaita, ou os que eu tentei acabaram por terminar de uma forma ou outra, para darem lugar a outros projetos no ano que vem. Mas com a câmera, eu estou registrando o que posso. Da galera, tenho visto mais o Alfredo, ainda assim mais por causa do pandeiro, que a Lud estuda.

Teve o Fórum no Ceará com alguns shows em outros lugares do Nordeste, e parece que a coisa engrenou de vez. Parece que vai render. O pessoal lá tá fazendo um ótimo trabalho.

O Orkut tb se revelou um incrível espaço de encontro dos gaitistas mais novos, avessos às velhas e arcaicas listas de discussão. O Ferrari mantém uma das maiores listas, o gaita-brasil. Infelizmente, o orkut permite que determinados posts sejam apagados pelo admin. Nisso eu prefiro o gaita-l. Ou o harp-l. E diminuí meu contato com o Orkut.

Vejamos o que 2007 nos reserva. 2006 foi um ano cheio de coisas boas e ruins. Ouvi muita coisa, como não ouvia há tempos. Teremos as famosas gaitas bends e vejamos com o que a hering vai contra-atacar. O blog do Sérgio (gaitablog, veja na lista ao lado) têm feito um ótimo trabalho, o site sobesom da Lu Vaz também, mas no geral, eu sinto uma certa acomodação mas fora estes dois sites, eu sinto uma certa acomodação. Ou talvez, quem gosta de se meter em confusão por causa de gaita como eu, sempre ache que as coisas nunca estão tão boas quanto deveriam ;-)

Feliz Natal, Feliz Ano Novo, tomara que a gente se veja de novo e que os ventos da gaita soprem cada vez mais.

Ontem, no show da Rodica com o Ferrari, encontrei o Zé e o Osmar. Como de costume, chamei os dois de "tratantes" por não terem ido ao meu show ;-) mas apesar do Zé passar bons minutos me explicando que ele anda sumido dos shows pq tá trabalhando feito um louco, meio que me passando um pito dizendo "vc não tá passando a barra que eu estou passando, não venha me cobrar presença nessas coisas", eu não estou cobrando presença. Só estou expressando que sinto falta das boas companhias nos shows. Mas tenho certeza que nem sempre podemos o que queremos, senão eu também teria ido ao Del Junco e ao Levy em 2006... Quem sou eu prá cobrar presença dos outros. Eu quero é viabilizar as coisas. Ao mesmo tempo, fiquei feliz do Zé ter ficado feliz por eu ter passado o bastão do cd do gaita-l adiante. Ele entendeu perfeitamente o meu ponto.

SBRAH 2010. A hype na lista passou, um monte de gente falou que ia fazer e nada ainda. Por isso que eu falo SBRAH 2010 e não SBRAH 2007.

sábado, 16 de dezembro de 2006

Shows do Marcelo Batista

Marcelo Batista, luthier, professor e harmonicista (gaitista) de BH.
Hoje, Sábado: de 11 às 14 no Shopping 5ª Avenida.

e atenção! Quarta que vem (20/12) no Mezanino do Café da Travessa da Savassi: rua Pernambuco 1286 de 21 às 24.

Imperdível. E se tudo correr bem, filmável tb. ;-)

E se não me engano, ele já tá preparando prá soltar um segundo CD. Já não era sem tempo!

(valeu, Tarcísio!)

sexta-feira, 15 de dezembro de 2006

Rodica + Ferrari Sábado


16/12 - Rodica Weitzman (USA)
Participação: LEANDRO FERRARI & AUGUSTO RENNÓ
BLUES E JAZZ ACÚSTICO
Local: MEZANINO DA TRAVESSA
Rua Pernambuco, 1.286 2º andar
Savassi/BH/MG/Brasil
Telefone:
(31) 3223-6316
21:00hs
http://www.cafedatravessa.com.br/mezanino/

terça-feira, 12 de dezembro de 2006

Gaito-freak

Pode?
Pode.
Nóis sêmo é ansim mermo.

---------- Forwarded message ----------
From: Michael Rubin <>
Date: 12-Dec-2006 13:30
Subject: [Harp-L] Is Spah the exact same time every year?
To: harp-l

First, an announcement. I ask my girlfriend to marry me on Saturday and she said yes.
Now comes finding a wedding date.
I intend to attend SPAH regularly. Not only do I need to know when it is THIS year, I need to know the date range possibility of SPAH for the future so I do not have to be away from home (either home) due to a conflict between SPAH and our anniversary. I know it is around late August. When is the earliest and latest it gets?
Thanks,
Michael Rubin
Michaelrubinharmonica.com
_______________________________________________
Harp-L is sponsored by SPAH, http://www.spah.org
Harp-L@harp-l.org
http://harp-l.org/mailman/listinfo/harp-l

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

Loretta Acústico no Utópica Sexta 15/12


Loretta, no Utópica, dia 15/12 com Pedro Kokaev na Gaita. Reserve para sentar perto do palco. Dérreau. 22h

domingo, 10 de dezembro de 2006

Lançamento de CD do Omar Izar

---------- Forwarded message ----------
From: semmler <>
Date: 10-Dec-2006 18:09
Subject: [gaita-l] CD - OMAR IZAR
To: gaita-l

Pessoal, estive no lançamento do CD do meu grande amigo OMAR IZAR.
Imperdível para os apreciadores da excelente música brasileira e da gaita de qualidade:

Gravado no Estúdio Bebob, São Paulo em junho de 2006.
OMAR IZAR - MÚSICA BRASILEIRA
  • Wave
  • Lígia
  • Samba do Avião
  • Aos Nossos Filhos
  • Garota de Ipanema
  • Modinha
  • Na Cor Do Pecado
  • Lamentos
  • Lembra De Mim
  • Naquele Tempo
  • Espera
  • Vitoriosa
  • Romântica
  • Eu Sei Que Vou Te Amar
  • Tema De Amor De Gabriela
  • Falando De Amor

OMAR IZAR - 50 ANOS DE CARREIRA
"Omar Izar, o mais antigo dos gaitistas brasileiros em atividade foi o primeiro, após Edu da Gaita, a fazer carreira profissional no Brasil com este instrumento. Os primeiros anos foram difíceis, pelo fato de ser a gaita pouco difundida em nosso País e confundida com brinquedo. Embora já houvesse aqui ótimos gaitistas, deve-se primeiro a Edu da Gaita, depois a Omar Izar a quebra do preconceito e o consequente reconhecimento deste tão apreciado instrumento musical.

Exerceram as primeiras influências sobre Omar Izar, os gaitistas: Larry Adler e Borrah Minevitch. Já em nosso País, os músicos que tiveram esse papel foram: Chiquinho do Acordeon, Radamés Gnatalli e Sivuca.

Nas palavras de Omar Izar: - Temos, nos vários pontos do País, notáveis gaitistas, cada qual com seu estilo e marca registrada. Eu citaria alguns cujo trabalho enobrece o instrumento: Maurício Einhorn, Rildo Hora, Emílio Damasceno, Clayber de Souza, Jeovah Tavares, Flávio Guimarães, o jovem Vítor Lopes e outros.

Nascido em 06 de dezembro de 1933, na cidade paulista de Avaí, ainda cedo Omar Izaq mudou-se para Bauru, onde, aos 12 anos, conheceu um garoto que possuia algumas gaitas diatônicas. Ao ouvir o amigo tocar, Omar apaixonou-se pelo instrumento e o rapaz lhe emprestou uma de suas gaitas. Sedento por tocar alguma coisa, ele não largava a gaita e, após alguns meses já executava várias músicas que o limitado instrumento permitia.

Em 1946, mudou-se com a família para São Paulo, mas sem o instrumento. Na cidade grande, esqueceu-se da gaita por um bom tempo. porém seu destino estava traçado!

Em 1948, ganhou uma gaita, ainda diatônica e, em 1949, participou de um concurso para gaitistas na Rádio Record de São Paulo, saindo vencedor ( o segundo colocado fora o nosso querido Ulysses Cazallas). P prêmio e o entusiasmo lhe proporcionaram a aquisição de uma gaita cromática profissional cujo domínio exigia mais estudo. Como na época, não havia escola ou peofessor para o instrumento, teve que aprender e descobrir os segredos sozinho. Após muito praticar e já tocando peças de difícil execução, conheceu o jovem pianista Pedrinho Mattar com quem participou de programas de calouros, saindo sempre vencedor.

Na década de 50, Omar assistiu ao filme "Sempre No Meu Coração" com a participação do conjunto de gaitas do genial Borrah Minevitch, voltando 6 vezes ao cinema para tornar a ver e ouvir, emocionado, o notável conjunto. Omar percebeu que a partir de então jamais se separaria do instrumento.

Foi o início da carreira de um autodidata.

Em 1952, Omar foi convidado a participar do programa "Novos Valores", na Rádio Cultura de São Paulo. Ainda naquela época, dez apresentações na recém-inaugurada TV Paulista - Canal 5, entrando assim, para o quadro dos Pioneiros da Televisão Brasileira. Foi integrante do conjunto "Demônios da Gaita" e, mais tarde formou seu próprio conjunto - Omar Izar e seus Harmonicistas. Mas sua grande chance foi em 1956, quando conheceu o Maestro e pianista Gaó Gurgel que, ao ouvir Omar, reconheceu seu potencial, lançando-o à frente da Grande Orquestra da Rádio Nacional e TV Paulista, com a apresentação da difícil peça de Rimsky Horsakov "O vôo da Abelha" - primeira execução em gaita na América do Sul. Sua gravação do "tema de Roy Rodgers" tornou-se prefixo do seriado de TV do mesmo nome.

Acompanhado pelas Orquestras dos Maestros: Enrico Simonetti, Silvio Mazzuca, Luiz Arryda Paes, Guerra Peixe, Radamés Gnatalli, entre outros, atuou nos mais importantes programas de televisão de São Paulo e Rio de Janeiro. Percorreu quase todo o País se apresentando em clubes, boates, teatros e em programas exclusivos e/ou dividindo o palco com grandes nomes da nossa música: Orlando Silva, Dorival Caymmi, Silvio Caldas, Lucio Alves, Elisete Cardoso, Silvinha Teles, Maisa e outros.

Como dia Omar: - Tive o prazer e a honra de tocar com os pianistas Luiz Eça, Oscar Castro Neves, Laércio de Freitas, Edmundo Villani Côrtes, Manfredo Fest e com o notável Zimbo Trio. No Teatro, Omar se apresentou com José Vasconcelos no espetáculo "A gaita que ri", em longa temporada. No cinema, participou da trilha sonora de alguns filmes, entre eles "Gimba", em dupla com o violinista Baden Powel, lançando o tema "O morro", de Carlos Lyra. Na televisão, teve programas semanais exclusivos em São Paulo, nas emissoras TV Cultura, TV Record e TV Tupi. Em Porto Alegre, na rede Wallig de Televisão, Canais 5 e 12. Em Recife, Canal 2.

A gravação de um compacto, acompanhado pelo quarteto Walter Warderley proporcionou a Omar várias apresentações ao vivo.

Atualmente, Omar Izar continua na ativa. Se apresenta em shows em casa de espetáculos e tem seu clube particular onde toca para seus fãs e amigos, e o mais importante, continua emocionando, como neste CD, a começar pela escolha dos temas que "decolam" com "Samba do Avião", e terminam com duas músicas do próprio Omar Izar.

Ao longo de sua carreira gravou vários discos para selos Polydor, Odeon e RGE no Brasil, e London e EPIC nos Estados Unidos, com lançamento simultâneo em diversos países.

No exterior atuou na França, Portugal, Ilhas do Caribe entre outros países, tendo se radicado por quase três anos em Nova Iorque onde, além de apresentações em teatros e boates, editou suas composições na Southern Music de Nova iorque, destacando: Um brasileiro em Nova Iorque, Welcome to Brazil Lonely Street, Gone e Tio Samba. Em Washington, gravou entrevista na US TV cujo vídeo foi exibido em vários países. Ainda em Washington de entrivista para Felix Grant na WM Al Radio."

Abraços
Renato Semmler

" A MIND BLOWN IS A MIND SHOWN ! "

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

Rodica + Ferrari sábado na Travessa

Queridos/as amigos/as, Gostaria de anunciar meu último show deste ano aqui em Belo Horizonte. No ano que vem, estou de volta!

Data: sábado, 16/dezembro, 2006
Local: Café Mezanino da Travessa (R. Pernambuco 1.286/ Bairro Savassi)
Horário: 21:30 hs.

Será um show de meu blues trio (Leandro Ferrari: gaita; Augusto Rennó: violão; Rodica: voz).

Estou contando com sua presença!

Um grande abraço,

Rodica

Gaita no Vitrola 5a

QUINTA 07/12 *JAZZ E BOSSA NOVA*
Luiz Antônio Fontes (Harmônica) & Cês 4 (Guitarra)

SHOWS ÁS 21H30.
COUVERT 6,00

VITROLA CAFÉ E ARTE
Rua tomé de Souza 1.081 Savassi
Reservas:3227-2138.

terça-feira, 5 de dezembro de 2006

Deja Blue, Terça no Pau e Pedra

prá quem não sabe, eu tenho uma bandinha de blues. humilde. ninguém é virtuoso e tirando o batera, ninguém é profissional. Mas todo mundo curte tocar.

a gente vai estar tocando na incrível data/lugar

Pau e Pedra (getúlio vargas quase com afonso pena), 3a, dia 12/12

programa de vagabundo. show 3a. praticamente um ensaio ao vivo

quem quiser aparecer e levar as gaitas prá canja, será bem vindo. a gente deve estar isentando praticamente todo mundo do couvert. Então vai ser R$ 5 ou menos.

show de banda minha é uma vez na vida e outra na morte (o deja blue toca, em média, 1 vez por ano...) se vcs não tiverem coisas melhores prá fazer, apareçam. Vai ser divertido.

;-)

ah sim, tem mp3 da gente na web tb

segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

Samir no Sari e Ferrari no GaitaBlog

post dois-em-um

- 09/12 - Sábado, 22h, Samir Chammas e Hot Spot acústico no Café Sari. Rua Antônio de Albuquerque 862, Savassi. Couvert 6 mangos. Reservas (31) 3227-0034

- Leandro Ferrari fala do Gaita Synth no GaitaBlog

segunda-feira, 27 de novembro de 2006

Quem sabe faz ao vivo



Samir e Hot Spot passando som pro show com o Big Joe Manfra no Utópica Marcenaria. Blues em alta em BH.

quarta-feira, 22 de novembro de 2006

Loretta + Pedro semana que vem

O grupo de Soul Music LORETTA FUNKENSTEIN e o Gaitista Pedro Kokaev apresentam seu show acústico no Vitrola Café com muito Soul e Blues.

Quinta-feira Dia 30 de novembro às 21:00Hs.
Rua Tomé de Souza, 1.081 - savassi, 1.081 - Savassi

Telefone: (31) 3227-2138
Preço:R$ 6,00

terça-feira, 21 de novembro de 2006

Concerto íntimo - Um Trio Vira Lata - São Paulo

Um Trio Vira Lata convida a todos para o Concerto Íntimo de lançamento de seu mais novo trabalho, na maravilhosa casa de Ricardo e Veronika.
Também serão entregues em mãos os cds vendidos antecipadamente.


DOMINGO, 26 DE NOVEMBRO DE 2006, 17:00HS
RUA ANDRADE NEVES, 79 – ALTO DA LAPA
(Seguir pela R. Diógenes Ribeiro de Lima até o fim, que acaba no Centro Esportivo Pelezão. Passando o Pelezão, primeira rotatória à direita e em seguida, primeira à esquerda.)

O concerto tem lugar para 40 pessoas e os lugares serão preenchidos por ordem de confirmação. CONFIRME SUA PRESENÇA POR E.MAIL OU TELEFONE!
umtrioviralata@hotmail.com ou 9264.5511

Traga uma comida e uma bebida para a confraternização após o concerto.

segunda-feira, 20 de novembro de 2006

Este sou eu. E esta é minha banda.

Permita-me usar este blog para vender meu jabá. Todo mundo precisa de um release, eis o meu.

Meu nome é Leonardo Kenji. Tenho 31 anos. Sou analista de sistemas, trabalho num projeto que envolve ferramentas de inteligência artificial e técnicas de análise de dados de microarray aplicado a biotecnologia. Eu gosto bastante do Vetta Labs. É uma empresa bastante promissora. Não vivo de música, mas gosto. Toco gaita desde os 14. Tenho me dedicado pouco, mas tenho até tocado um bocado. Moro com a Lud tem alguns anos, mas a gente namora tem mais de 10. Estou casado. Bem casado.


A Lud tá em todas, comigo. A melhor namorada que um gaitista poderia ter.

Na faculdade, eu já brincava de tocar bluegrass, alguns jazz standards e bossa-nova com um veterinário banjista e um clarinetista solo da filarmônica da Clóvis Salgado.

No buteco, tocava sempre as clássicas músicas de buteco com o Arthur, que já chegou a viver disso. Acho que eu tenho segurança para tocar todas aquelas músicas de churrasco que vc imaginar, de Hojerizah a Sapato Velho.


Tocando com o Max e o Arthur, standards de buteco. Num pedaço do paraíso na Terra chamado Floripa

Comecei mesmo ensaiando semanalmente numa banda que nunca teve nome, vocalista ou show que tocava classic rock, convidado pelo Lucas, o baixista da minha banda atual. Ensaiei semanalmente e religiosamente por um ano inteiro, fazendo uma gaita que era praticamente a segunda guitarra da banda. No repertório, Steppenwolf, Black Sabbath, Creedence, Led Zeppelin e afins.

Tive uma primeira encarnação do Deja Blue, minha banda de soul, blues e jazz (não muito jazz, ok) onde conheci minha atual vocalista, que tinha no repertório muito soul standard (muita coisa do the commitments, stevie wonder, marvin gaye), alguns blues mais fáceis e uma estranha versão jazzística de Chain Of Fools que nunca foi tocada da mesma forma, nem em ensaios. Durou cerca de 1 ano e três bons shows.


A primeira encarnação do Deja Blue era uma coisa muito smurf. E a Raquel era nossa Smurfette

Depois toquei semanalmente no café do Letras e Expressões, num esquema acústico onde o repertório ia desde Tom Waits a Morcheeba, passando por Manu Chao, Patti Smith, Placebo e The Strokes. Algo entre o rock indie e o que queríamos tocar. Foi mais de um ano, algumas vezes duas vezes por semana. Devem ter sido algo em torno de 80 shows.


O café do Letras e Expressões, apesar de ser um point de atores globais no RJ, em BH não emplacou, infelizmente. A gente tocava por vales do café. Foi um ano vivendo como um rei, à base de Eisenbahn, Cutty Sark e livros


Passei quase 2 meses em Washington, peguei algumas aulas com o Allen Holmes e toquei todas as semanas no Archie Edwards Barbershop, o ponto de encontro dos músicos de blues da cidade, onde cada sábado eu entrava 14h e saía quando a barbearia fechava, às 20h, sem parar de tocar, com violinos, baixos acústicos, steel guitars, gaitas, violões, pianos, sax, flautas transversais e outras coisas sem nome. O blues mais autêntico da cidade, regado a jazz, muito gospel e um pouco de country. Meu melhor blues, que infelizmente eu devia ter filmado, eu toquei com o NJ Warren e tocar blues com estes caras é uma escola.


A melhor jam de Washington D.C. à frente, à direita, Mr. Mike Baytop, o chefe da gangue da barbearia. Um sujeito enorme de alto, com um vozeirão sensacional e gente boa até não poder mais.

Fiz um pouco de violão, que nunca aprendi, mas consegui acompanhar um pouco de samba e mpb na cromática com os alunos do curso.

Nesta barbearia conheci a Lilly, onde participei de uma jam com outros 4 violinistas, e dois violonistas, todos de partituras e tocando jazz e ragtime. Pode apostar que ragtime é uma das coisas mais difíceis que vc vai tocar na gaita. Cada músico devia ter, no mínimo, 60 anos de idade, e eu estou sendo camarada.

Sempre me vi envolvido politicamente com a gaita. O anual CD do gaita-l passou pela minha mão por 7 anos seguidos. Festas de lançamento foram feitas em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Santos-SP. Já viajei para o Ceará, Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Santos, Florianópolis, Juiz de Fora e Tiradentes só para ver shows, muitas vezes ficando em casas de gaitistas. Da mesma forma, minha casa tem sido um consulado para os gaitistas que vêm a BH, que hospedo com muito prazer.


Gaitistas vieram do Brasil inteiro para o lançamento do CD do Gaita-L no antigo Bar da Estação

Acho que apesar de não ter o timbre ou a técnica ou a precisão que eu gostaria, acho que tenho um bom ouvido e alguma experiência nas costas. Tenho certeza que minha gaita não soa a blues, e fico feliz que seja assim. Nem sempre ela é um instrumento de solo, para mim, mas sempre está num meio termo entre o solo e o contracanto melódico da música. É como eu gosto de tocar.


Tocando com a galera da gaita de BH no saudoso Otoni 16

Hoje em dia, eu tenho uma banda que é a reencarnação do Deja Blue, com uma formação que considero um time e tanto. O batera é um multi-instrumentista de formação acadêmica e com a cabeça muito aberta e tranquila, o que garante uma batera de mão leve, que para mim é o fundamental em qq banda. O baixista nasceu pronto, filho de um baixista profissional, toca tudo muito bem e com segurança. O guitarrista é prodigioso e humilde, uma combinação improvável e rara, e o que certamente fará com que ele vá ainda mais longe. A vocalista tem sempre melhorado e amadurecido e tem o timbre que toda banda de blues pediu a deus. Eu tento não estragar este time de pessoas formidáveis que tocam juntas tem um ano, e que agora buscam onde tocar no difícil mercado restrito e sem opções de BH.

Ninguém está ali para ganhar dinheiro com a banda, mas todos querem tocar. E todos podem tocar. Não está perfeito, mas está apresentável. Confira a demo. Não é nenhuma virtuose, mas não tem trapaças. Cada música foi gravada em no máximo duas tentativas. Pouquíssimos ajustes na mesa. Nada de autotune. Nada de corrigir desafinadas. Nada de recortar e colar trechos de músicas. A banda soa exatamente deste jeito que vc vai ouvir na demo. Gravamos e mixamos as 4 músicas em 2 horas. Isso é relativamente rápido.


O CD demo do Deja Blue vc confere neste post aqui

Agora é encontrar espaço e conciliar os horários de todos da banda. A vocalista é doutoranda em biologia, o guitarrista é engenheiro civil, o gaitista é computeiro, o baixista é formado em direito e o baterista é músico profissional e tem excelentes trabalhos como este de tango

É isto. Um dia, eu vou tocar legal igual o Osmar ;-) Mas até lá, eu vou me divertindo.


Quando eu digo tocar igual ao Osmar, eu falo disso aqui

Tomara que vcs conheçam em breve a nova encarnação do Deja Blue. Tomara que eu consiga fechar logo o show de lançamento do CD do gaita-l, meu último. Mas pode demorar, pq eu não vou fazer se não for prá ficar 100%. Desta vez eu não vou fazer concessões. Vai ser do meu jeito... ou não vai ser. Se fosse um show acústico, tinha dúzias de lugares, mas tente arrumar um lugar decente para colocar sua banda para tocar e vc vai ver que não há muitos espaços em BH para bandas. Uma pena. Mas a gente vai dar um jeito.


Minha capa favorita de CD do gaita-L: a deste ano de 2006

Big Joe Manfra e Hot Spot + gaitistas

BIG JOE MANFRA & HOT SPOT BLUES BAND

Formação:
Big Joe Manfra: Guitarra e voz
Gustavo Andrade: Guitarra e voz
Jonas Lima: Baixo
Luiz Andrade: Bateria

O carioca Big Joe Manfra e o trio mineiro Hot Spot Blues Band se encontram em mais uma edição do projeto "Minas Blues Jam!" para duas apresentações de muita diversão e blues. Após uma temporada de cinco anos como guitarrista do gaitista americano Peter Madcat Ruth, Manfra vêm à BH para apresentar as músicas de seu novo DVD, "Big Band Ao Vivo". No repertório, além de composições próprias, clássicos do blues em versões inéditas, cheias de "feeling" e "groove". A noite fica ainda mais especial com a participação de vários convidados, entre eles, os gaitistas Samir Chammas, Pedro Kokaev, Osmar de Melo entre outras feras do blues mineiro. Uma noite realmente sensacional e imperdível!

BIG JOE MANFRA & HOT SPOT BLUES BAND
24/11 – Vinnil Cultura Bar [22:00hs]
Rua dos Inconfidentes, 1.068 - Savassi
Belo Horizonte - MG
www.vinnil.com.br
Reservas: (31) 3261-7057

BIG JOE MANFRA & HOT SPOT BLUES BAND
25/11 – Utópica Marcenaria [22:00hs]
Av. Raja Gabáglia, 4700 - Santa Lúcia
Belo Horizonte - MG
www.utopica.com.br
Reservas: (31) 3296-2868

domingo, 19 de novembro de 2006

Gaitistas Homenageados em 2006 pelo Gaita-L




Não é muita coisa, mas é de coração. Obrigado à Hering (especialmente à Nadine) por mandar as placas lisas.

sexta-feira, 17 de novembro de 2006

Me pergunte sobre o CD do Gaita-L 2006

Capa de Cassiano Passos. Dedicado ao Ulysses. 23 músicas. Agora só falta fazer o show de lançamento. Em breve. Em breve.

Tudo o que vc gostaria de saber sobre o Fórum Harmônicas Brasil (Ceará)

Você encontra nestes três documentos aqui

Informações detalhadas sobre o evento, com a progração e nomes dos artistas

Informações sobre a participação da Bends Harmônicas no evento

Informações sobre Los Três Amigos que fazem este e outros eventos acontecerem no Ceará

Lembrando que a programação do evento é a seguinte

Fórum Harmônicas Brasil 2006 - Encontro de gaitistas e músicos de outros instrumentos, de 24 a 26 de novembro.

- Shows no Anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, nos dias 24 e 25/11, a partir das 21h (R$ 14,00, inteira; R$ 7,00, meia);

- Workshops e cursos nos dias 25 e 26/11, das 8 às 12h (R$ 1,00 + um quilo de alimento não perecível), em salas do Centro Dragão do Mar.

Mais informações: (85) 3458.1106 – 9137.2667 – www.harmonicasbrasil.com.br


Programação de shows

24/11 (sexta-feira)
21h Júlio Rego (SE) - música brasileira
22h Robson Fernandes (DF) (SP) e Double Blues - blues
23h Johnny Rover (EUA) e De Blues em Quando – west coast blues

25/11 (sábado)
21h Pablo Fernandes Fagundes (DF) - chorinho
22h Jeovah da Gaita (PE) - regional, samba, clássico e jazz
23h Gabriel Grossi (DF) - música brasileira e jazz

Programação de workshops (sala 1)

25/11 (sábado)
9h Os arquivos digitais e direitos autorais (Ricardo Bacelar/OAB)
9h50min A gaita cromática no blues (Johnny Roover)
10h40min Harmonia funcional aplicada à gaita: Desmistificando as posições (todos)
11h Intervalo
11h20min Sonorização e Desenvolvendo um bom timbre (todos)

26/11 (domingo)
9h Manutenção básica para gaitas diatônicas e cromáticas (Jeovah da Gaita)
9h50min Cromatização da gaita diatônica (Júlio Rego)
10h40min Amplificação e microfonação: Tocando com a banda
11h Intervalo
11h20min Explorando o tongue blocking (Robson Fernandes)

Programação de cursos

25/11 (sábado)
9h às 12h Diatônica (sala 2)
(Obs: Intervalo de 15 minutos para lanche)

26/11 (domingo)
9h às 12h Diatônica (sala 2)
(Obs: Intervalo de 15 minutos para lanche)

Kenji fala sobre o CD do Gaita-l no SOBESOM

Notas Musicais: Entrevista

terça-feira, 14 de novembro de 2006

estou curioso para conhecer

Quarta no Vitrola 15/11:

Luiz Antônio Fonzete & CES 4

Harmônica de boca e Guitarra
(diferenciado som de standarts americanos e bossa)

Shows às 21:30.
Couvert R$ 6,00.

Reservas: 3227-2138
Rua Tomé de Souza 1.081 Savassi
(entre Cristovão Colombo e Sergipe)

Carta da Hering ao Gaita-L

Publicado no Gaita-L por fabricio.casarejos@gmail.com

Caros Amigos Gaitistas

Desde que, de fato, assumi a Hering em 1993 nunca me dirigi a vocês diretamente por diversas razões:

a) aversão e pouca familiaridade com a internet (já melhorei consideravelmente) e muito trabalho. Se o faço hoje é porque o meu nome foi mencionado diretamente em resposta à news letter da Hering e vocês merecem explicações.

A Hering atravessava naquele ano (1993) um momento de grandes dificuldades financeiras. Vocês devem se lembrar que naquela época, além de algumas poucas gaitas, a Hering fabricava brinquedos musicais (xilofones, pianinhos, sopro, jogos de montar Hering Rasti etc.) o que representava cerca de 90% da produção.

Com a chegada dos brinquedos da China muitas empresas brasileiras fecharam as suas fabricas como a Trol, Atma, Mimo e tantas outras.

A opção da Hering em 1996 foi encerrar a fabricação de brinquedos.

Foi aberta uma nova Fábrica de Harmônicas Catarinense, cujo único objetivo é, até hoje, a produção exclusiva de gaitas.

Desde então foi feito, como primeiro passo, um trabalho árduo pesquisando novos materiais para as diversas partes da gaita, principalmente as palhetas. Muitas e muitas gaitas importadas foram compradas para coletar e analisar a composição dos diversos materiais.

A etapa seguinte foi elaborar as ferramentas e moldes para 05 novos modelos.

Brevemente poderão ver no site da Hering o catálogo das gaitas de 1990 e que permanecia inalterado até 1996. Posso adiantar que existiam duas cromáticas, uma 48 e outra 64 vozes e uma diatônica , a Super 20, além das oitavadas e trêmolos que vocês conhecem.

Hoje temos 12 modelos de cromáticas (40,48,56 e 64 vozes) e 10 diatônicas nos mais diversos estilos e afinações para atender quase todos os gostos (nunca chegamos a 100% tais são as exigências dos gaitistas, como vocês sabem...)

Em 2003, comemorando os 80 anos da Hering lançamos a Vintage 1923 diatônica que se transformou em enorme sucesso no Brasil e no exterior. Depois de estudar mais de 20 espécies de madeira, atendendo os gaitistas que queriam um som mais "aveludado", optamos por uma com alta densidade (absorve muito pouca umidade) e suficientemente dura para permitir parafusar as chapas de vozes (e facilitar a manutenção) ao contrário dos pregos que eram usados até então. Outras novidades foram as chapas de vozes com 1,20 mm, a madeira impermeabilizada e o acabamento das tampas em ouro antigo. Este modelo teve tanto sucesso que foi copiado dois anos depois por outros fabricantes do exterior e exibidos nas feiras da NAMM em janeiro em Los Angeles e na Musikmesse em Frankfurt em abril.

Em janeiro deste ano lançamos, atendendo a insistentes pedidos do próprio Stan Harper, sem dúvida um dos maiores gaitistas de todos os tempos e usuário exclusivo das harmônicas Hering, a harmônica Cromática 16 vozes e, rendendo justa homenagem, a ele foi dedicada.

Devido à sua qualidade e design o seu sucesso no exterior foi tão grande, e conseqüentemente o seu volume de vendas, que, não prevendo uma demanda deste porte, tivemos condições de efetuar o lançamento deste produto no Brasil apenas em agosto, por ocasião da Expomusic.

O mesmo ocorreu com o microfone para gaitistas desenvolvido pelo Jefferson Gonçalves e um fabricante de microfones brasileiro exclusivamente para a Hering. É um produto de altíssima qualidade que somente recentemente lançamos no mercado brasileiro, devido ao seu sucesso e forte demanda no exterior.

Recebemos diversos comentários dizendo que visitar a fabrica da Hering é como uma peregrinação de um gaitista à sua terra santa e que os empregados pareciam gnomos..., outros chamaram a Hering de "Fantástica fábrica de choco...gaitas" (Luciano peço sua permissão para adotar este nome – adorei).

São demonstrações de carinho e homenagens ao nosso passado, mas posso garantir que estamos e sempre estaremos de olho no futuro.

Devo muito ao pessoal aqui na fábrica que me ajudou a manter viva esta tradição que é a gaita Hering e me ensinou o que sei sobre este apaixonante instrumento.

Tivemos a também colaboração de músicos fantásticos como Ronald da Gaita (nosso consultor em cromáticas) do Jefferson Gonçalves e Benevides (nossos consultores em gaitas diatônicas) do Clayber de Souza, do José Staneck (idealizador junto com Jefferson Gonçalves do kit de manutenção) e a ajuda na divulgação do Big Chico.

Do exterior o nosso apoio quanto a afinação, timbre e modelos, vieram principalmente do Mad Cat, do Stan Harper e do Johnny Rover.

Mas sabemos que novas tendências são sempre criadas, novas formas de soprar e tocar uma gaita aparecem e novas técnicas e alternativas devem ser atendidas. Assim, com este objetivo em mente foi natural a nossa aproximação com o Fabrício Casarejos, um profissional que ama e toca a gaita, conhece os seus segredos e tem uma formação em física, além de estar fazendo doutorado, o que é uma ótima combinação para desenvolver mais ainda este instrumento.

Bastou uma visita à fábrica para notar a sua capacidade técnica e a sua clara postura ética e profissional.

Daí à contratação foi apenas uma formalidade e tenho certeza em breve os resultados aparecerão.

Nestes 10 anos muitos profissionais nos procuraram, todos muito bons, querendo colaborar com a Hering mas, por uma razão ou outra, não se encaixavam com o que estávamos procurando.

Também muitos gaitistas, alguns já músicos consagrados outros com grande potencial, nos procuraram, solicitando apoio da Hering para fornecer instrumentos, com ajuda para gravar um disco, as vezes com fornecimento de passagens, mas com grande pesar não pudemos atender a todos os pedidos.

Espero que nos desculpem e entendam as nossas dificuldades. Para poder atender um número maior deste tipo de pedidos e apoiar os músicos do Brasil em geral, criamos este ano o Instituto Cultural Hering Harmônicas. Desta forma, com o amparo das diversas leis que beneficiam as atividades culturais no Brasil, possibilitando vantagens fiscais às empresas, estaremos em breve selecionando e tentando viabilizar diversos projetos na área da cultura da música, notadamente relacionados à gaita. Um grupo de músicos, maestros e profissionais da área está sendo montado para dar início a estas atividades.

Também foi questionado o fato da Hering não fabricar baixos, vinhetas e outras gaitas para apoiar grupos como o que apareceu no programa da Ana Maria Braga, "Mais Você" recentemente.

Embora não falte capacidade técnica o investimento seria muito grande e o retorno impossível devido à baixa utilização deste tipo de gaita. Quando você tem a responsabilidade de manter uma fábrica que gera cerca de 150 empregos diretos este aspecto não é desprezível. Além do mais existem boas alternativas no mercado como a Hohner, por exemplo, e portanto estes grupos estão muito bem atendidos.

Lembro-me que na década de 70, a General Motors, que fabricava cerca de 5 milhões de veículos por ano, tinha um presidente que no fim de semana andava com a sua Ferrari e não foi criticado ou despedido por isto. Evidentemente pesou o fato que era inviável à General Motors montar uma linha para fabricar cerca de 500 carros por ano para atender este mercado tão estreito.

Ainda com referência ao programa "Mais Você" onde apareceram tomadas da fábrica das harmônicas Hering em Blumenau, gostaria de explicar que o texto por eles publicados não foi preparado pelo nosso pessoal. Os jornalistas de uma maneira geral não gostam da interferência de outros nas suas matérias já que eles tem suas próprias fontes.

Para quem ficou 10 anos sem nenhuma comunicação com a comunidade de gaitistas do Brasil acho que por hoje já basta.

Muitos vão dizer que o estou fazendo hoje apenas porque em breve teremos um outro fabricante. Na realidade acreditava que a melhor maneira de me comunicar com vocês era me dedicando muito, mas muito mesmo, para manter a Hering viva, melhorando os seus produtos, investindo em ferramentas e lançando novas gaitas para atender da melhor maneira possível as vossas necessidades.

Se cometi o pecado da falta de comunicação o prejudicado foi a própria Hering.

Prometo sanar esta falha.

Até breve,

Alberto (Bertolazzi)

segunda-feira, 13 de novembro de 2006

Loretta Funkenstein + Pedro Kokaev (gaita)

Loretta Funkenstein + Pedro Kokaev (gaita)

15/11 - Quarta-feira
Poliphônico music bar
21:00 hs
R$ 5
Rua Sergipe, 1199, Savassi
(31)3281-3106

domingo, 12 de novembro de 2006

Harps for BAHAMUT

As gaitas usadas no CD Bahamut de Hazmat Modine.
Boa semana a todos.
Bresslau

---------- Forwarded message ----------
From: lil Buddha
Date: 12-Nov-2006 20:48
Subject: [Harp-L] Hazmat Modine Song Keys
To: Harp-l


For those interested. I asked Wade for the Harp keys on Bahamut. Below is his response.

Cool!Nice to hear from you! I always suspected with harp-l that we were not quite jazzy enough for the jazz heads or bluesy enough for the blues guys...
so it's very nice to hear that we have gotten noticed...I am very happy to send any information that you wish...tell me if this is helpful...


Harps for BAHAMUT


OK Here it goes with the harps:



track one: two diatonic natural minor harps in G minor..

track two: Randy on chromatic

track three: harmonica minor and chromatic F minor

track four: no harp

track five: Two Bb harps in F (second position)

track six: Chromatic harp

track seven: Chromatic and diatonic key of F (2nd Pos)

track eight: Randy on Chromatic harmonica

track nine: regular G diatonic in first and second positions

track ten: Randy Chromatic harmonica

track eleven: no harp

track twelve: G natural minor diatonic and chromatic

track thirteen: Randy on chromatic harp

track fourteen: two regular diatonic C harps




all the very best to you and everyone at harp-l!


~wade

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

+Ormá e +Samir em BH

HOT SPOT (ACÚSTICO) - Gustavo Andrade & Osmar Melo
10/11 - Sari Cafe Lounge [22:00hs] - Sexta
R. Antônio de Albuquerque, 862 - Savassi
Belo Horizonte, MG
Couvert: R$6,00
Reservas: (31) 3227-0034

HOT SPOT (ACÚSTICO) - Gustavo Andrade & Samir Chammas
11/11 - Vitrola Café & Arte [21:00hs] - Sábado
Rua Tomé de Souza, 1.081 - Savassi
BELO HORIZONTE, MG
Reservas: (31) 3227 2138

segunda-feira, 6 de novembro de 2006

Suparn Sharma

Durante o meu trabalho na Hohner acabo entrando em contato com alguns gaitistas interessantes. O link a seguir é do site de um indiano, Suparn Sharma. Vocês verão no texto dele que o Suparn é um cara, no mínimo, peculiar.
O interessante na história toda, além do inglês específico que ele usa, é que o Suparn usa a gaita num estilo musical muito diferente do que a gente está acostumado. Ele não tem uma influência considerável de blues ou rock, ou de Bob Dylan e similares. E, além disso, usa a XB-40. Não esperem virtuosismos na gaita, apenas um tratamento diferenciado.

[Dez de 2008:] O site dele saiu do ar, mas hoje recebi um email dizendo que ele tem vários planos pela frente...

FHC 2 - 2006 (ou FHB?)

Não se assuste! Não é o retorno do Fernando Henrique! É o Fórum Harmônicas do Ceará Brasil 2006, iniciativa fantástica do Roberto "Bob Esponja" Maciel e do Diogo Farias.

Dois posts do blog do Roberto Maciel

Parte 1
Parte 2

Eu estive no primeiro, ano passado e foi muito bom. O pessoal é muito sério e o nível foi dos melhores. Este ano parece que não vai ser diferente. Bons shows e ação social. É por aí mesmo.

O site está a caminho. Se eu pudesse, estaria no del Junco e neste evento ao mesmo tempo, mas se o Kenji quiser concretizar o sonho da casa própria, sacrifícios serão necessários.

Gearhead

O Tim Moyer tem uma filosofia de uso de tratamento e amplificação de som semelhante à minha. A diferença é que ele põe a filosofia em prática, eu não.

Tim Moyer - Working Man's Harps
25.09.2006 18:57:00 >>>

Hi, Alex, I don't claim to be any kind of an expert on this topic, but I have worked hard to achieve the sound that I use in performance and studio recording, and have gained a lot of trail-and-error knowledge that might be helpful. Let me preface my remarks by saying that I play diatonic harmonica exclusively, and don't ever attempt to achieve an "acoustic"
sound. I'd be happy if no one knew I was playing harmonica at all, and thought instead that I was playing a trumpet or saxophone or clarinet.
In this regard, I've been pretty successful!

Several years ago (maybe 10 now), I set out to build my own amplification system that would be more flexible and multi-dimensional than the bullet-mic-into-vintage-tube-amp that most harmonica players use. I chose for the heart of my system a hybrid tube/solid state micrphone preamplifier, a digital multi-effects unit and a solid state power amplifier. My thinking was that I would be able to add all the sound character up front, and then amplify it to whatever extent I needed by keeping the power clean. That way I am not dependent on getting my volume to some certain level in order to get the sound quality I need. Gradually I've added other units, as I will describe later.

I, too, thought of using a guitar multi-effects unit, and to that end I bought a Zoom 105. I quickly found that most of the effects were completely unsuitable for harmonica, because they add a lot of overdrive and sustain, which harmonice doesn't need, and introduces a lot of feedback. I now use the Zoom unit for guitar!

My initial setup started with a PAiA TubeHead preamp which I built from a kit (http://www.paia.com/tubestuf.htm#tubehead). If I had it to do again, I'd probably use an ART TPS II (http://www.musiciansfriend.com/product/ART-TPS-II-2Channel-Variable-Impedance-Tube-Preamp?sku=180632)
which does essentially the same thing. I then added an Alesis MidiVerb IV, primarily to add reverb, although I sometimes use the chorus effect as well. I tried using the pitch shifter, but never really got something I liked with it. My power amplifier is a Rolls RA-235 (http://www.bhphotovideo.com/bnh/controller/home?O=productlist&A=details&Q=&sku=155399&is=REG&addedTroughType=search), which is 35watts a channel in stereo, bridgable to 70watts mono. I use a pair of WeberVST P10Q speakers. This setup worked great, and I still use this small subset of effects for many gigs. It lets me run a line out to a DI box and still have on-stage amplification, where amp volume is independent of line volume, so that turning up and down on stage doesn't effect the house mix.

I sometimes use a couple of effects pedals in my chain, including a Boss OC-2 (there's now an OC-3 out that I'd choose instead) and a Digitech Synth-Wah envelope filter that I use for auto-wah. I also run an A-B switch on the floor to allow me to select between tube compressed and solid state clean side of my preamp.

I've gradually been adding effects over the years. I bought a Digitech Vocalist VR harmonizer (http://www.musiciansfriend.com/product/DigiTech-Vocalist-VR?sku=180063&src=3SOSWXXA)
about a year ago, with the idea that I would be able to do "horn section" harmony lines with it, but it hasn't worked so well for that.
Instead, it does create a really nice accordion sound, particularly when used with chorus on the midiverb. The harmonizer wants a REALY clean input signal, and can't handle polyphonic effects, or even a lot of overtones. For that reason, it goes FIRST in the effects chain, even before the preamp. The Vocalist has a built-in pre-amp, and can take either a balanced or unbalanced input, and outputs an unbalanced mono signal. It also has reverb, but I NEVER use it. I find the effect very useful for some things, but really don't use it that much.

One thing that has been very useful, since my amplifier doesn't have tone controls, is a graphic equalizer for shaping the tone. I bought an Alesis DEQ-230, which has 30 bands per channel (stereo) and is programmable. I can store a number of preset programs for different sounds and choose them depending on the song, room, or choice of other effects. I use the EQ as the last component before amplification.

I also added a wireless micrphone receiver to the chain, using the AKG WMS-40 Snap-on, which I think has been discontinued. It's basically a 9cm long XLR transmitter that plus into any lo-Z microphone, and a rack-mount receiver, fixed frequency. I use mine with a Sennheiser e604 drum micrphone, from which I have removed the mounting clip and added padding to reduce the handling noise. This is a ful-spectrum mic with VERY high sound pressure handling capabilities, and it works very well to close mic a harmonica.

I recently bought an 8-space rack case to house all of this stuff, and added a power conditioner and a patch bay. Here's the breakdown of the effects chain:

Sennheiser e604 mic w/ AKG snap-on transmitter AKG WMs-40 Wireless receiver Digitech Vocalist VR harmonizer Boss OC-2 octave effect (floor box)
Digitech Synth-Wah envelope filter (floor box)
Morely ABY channel switch (floor box; feeds two input channels on preamp)
PAiA TubeHead tube/solid state hybrid preamp Alesis Midiverb IV digital multi-effects unit Alesis DEQ-230 programmable digital equlaizer Rolls RA-235 35watt-per-channel power amplifier Weber VST P10Q speakers (pair)

There are a few things to remember about this setup: the harmonizer doesn't play well with other effects, particularly up-stream, which is why it sits at the top of the chain. Even after adding multiple harmonized voices, they sound much better if their clean. The Boss OC-2 is an analog device, and has some limitations in locking up on signals.
It doesn't like inputs that are too high or too low in frequency, and HATES polyphonic input (the new OC-3 might be better about that). That said, it still creates a wonderful synth-y sounding octave output, and I love this effect. The Synth-Wah has a limit amount of usefulness, but it does a great job in its basic setting creating a hornlike wah sound.
Most of the effects in the Alesis MidiVerb are way overdone. This is a studio-purposed unit, and has both "wet" and "dry" outputs, so you can mix the effects in separately. In a setup like mine, I have to dial the reverb WAY back from the factory settings. Sometimes I turn it off completely in a boomy room.

A while back I recorded a few pieces using various effects in my system, including the harmonizer and octave box. I don't think I owned the EQ at the time. I don't recall precisely which effects were used on which snippet, but you should be able to get some idea from listening to them:
http://www.workingmansharps.com/Sounds/other/sample%2001.mp3 http://www.workingmansharps.com/Sounds/other/sample%2002.mp3 http://www.workingmansharps.com/Sounds/other/sample%2003.mp3 http://www.workingmansharps.com/Sounds/other/sample%2004.mp3 http://www.workingmansharps.com/Sounds/other/sample%2005.mp3 In addition, I recorded some samples using various EQ profiles, which you can find linked to this page (includes descriptions of the setting):
http://www.workingmansharps.com/Sounds/other/ I don't really know what else I can tell you. This is a very personalized setup, and some people have achieved great things with other setups. Folks like Richard Hunter and Chris Michalek have had success using multi-effects units like the Digitech and the POD and the Line 6. I like mine because it makes me sound like this:
http://www.workingmansharps.com/Sounds/other/Pork%20Pie.mp3 Have fun, and if I can explain anything else, just let me know.

-tim


Bresslau

quarta-feira, 1 de novembro de 2006

The Rhythm Junks

Eu realmente não lembro mas acho que foi o Bresslau que me aplicou esse pessoal do belga Rhythm Junks.

Lembra do Hazmat Modine? Uma onda parecida. Altamente variado e criativo, uma onda completamente diferente do tradicional da gaita. Sö que menos bluesy e mais soulful.

Por isso que eu sempre digo. Não importa sua técnica, sua música tem que ser boa, a proposta tem que ser legal. Cada música é totalmente diferente da outra. Divertido às pampas. E a voz lembra... Mundo Livre S/A! ;-)

Na gaita, Mr. Steven de Bruyn. Show de bola!

Samir no Buriti Bar

Samir Chammas e Hot Spot no Buriti Bar

O palco estará aberto aos gaitistas que comparecerem.

Rua Lavras, esquina com Padre Severino, pertinho da pracinha do Dom Silvério!
Tel: (31)3284-9763 / 9970-2088
http://www.buritibar.com.br/
sexta feira, por volta das 22 horas

segunda-feira, 30 de outubro de 2006

Mais Ormá no Vitrola

GUSTAVO ANDRADE: guitarra, voz
OSMAR DE MELO: gaita

01/11 - quarta-feira (véspera de feriado)

Vitrola Café & Arte [21:00hs]
Rua Tomé de Souza, 1.081 - Savassi
BELO HORIZONTE, MG
Reservas: (31) 3227 2138


Contato Hot Spot
e-mail: hotspotmg@hotmail.com
tel.: (31) 9239-2460

sábado, 28 de outubro de 2006

Notícia Triste

Faleceu hoje de madrugada um dos grandes nomes da Harmônica brasileira, Ulysses Cazallas.

Ulysses era carinhosamente chamado de avô por vários gaitistas do gaita-l, e muito respeitado não só por seu talento em todos os aspectos da gaita, mas também pela pessoa generosa, simpática, carinhosa e sábia que era. Vários gaitistas iam visitá-lo em sua casa, fosse para aprender sobre gaita, fosse para simplesmente compartilhar a ótima companhia.

Ulysses era nosso avô postiço.

Mais que a tristeza da perda de uma pessoa querida, vale lembrar que Ulysses estava num bom momento, em que havia sido recentemente contratado pela Bends como consultor. Ulysses também foi o primeiro homenageado pelo CD do gaita-l, participando da grande festa de lançamento no Sírio-Libanês de Santos-SP, evento que só pôde acontecer graças ao pessoal formidável do Gaita-BS (Baixada Santista). Fico realmente feliz de pensar que conseguimos homenageá-lo em vida.

O portal gaita-bh entrevistou Ulysses em Fevereiro de 2002.

Este blog lamenta profundamente esta perda de um dos harmonicistas mais importantes do Brasil e de um grande amigo. E a gente segue fazendo a nossa parte.

O falecimento ocorreu hoje as 3h, provável infarto.


Velório será na Sta Casa de Santos - SP
Enterro no cemitério municipal de São Vicente 16:00

sexta-feira, 27 de outubro de 2006

Tiradentes, começando 2007 com pé no blues

Não bastasse Tiradentes ser um charme de cidade, ainda começa com o pé direito no blues, notícia dada pela grande Ted, guitarrista do Yellow Cab Blues Band e batalhador do blues...

2ª Temporada de Blues Conto de Réis Tiradentes MG


Uma iniciativa voluntária de Blue Drop Produções em colaboração total com Conto de Réis – Biritaria e Pousada São José del Rei, visando apresentar a 2ª Temporada de Blues Conto de Réis em Tiradentes - MG, no mês de Janeiro e Fevereiro de 2007.

Se trata, na verdade, de uma segunda edição do mesmo projeto, realizado em Janeiro de 2006, que teve grande receptividade de público e mídia, como também na comunidade de Tiradentes, pela excelente qualidade musical alcançada.

Esse evento será realizado no Bar Conto de Réis – Biritaria, Largo das Forras, centro de Tiradentes, onde se poderá frequentar a casa a noite toda, tomando o que tem de melhor em pinga e quitudes de Minas e curtindo Blues.

Se constitui de 12 shows de Blues, onde a banda Yellow Cab Blues Band, irá recepcionar seis artistas de renome nacional nesse gênero, um em cada fim de semana, convidados para tocar em “jam session” por seis fins de semana seguidos, começando no mês de Janeiro, quando também acontece a Mostra de Cinema de Tiradentes e entrando em Fevereiro.

OS CONVIDADOS DA YCBB SERÃO :

05 e 06 de Janeiro --– ..Paulo Meyer – Gaitista e Cantor de Blues - São Paulo
12 e 13 de Janeiro --– ..Marcos Pinheiro – Guitarrista de Blues – Rio de Janeiro
19 e 20 de Janeiro --– ..Maurício Sahady – Guitarrista de Blues – Rio de Janeiro
26 e 27 de Janeiro --– ..Jefferson Gonçalves – Gaitista de Blues – Rio de Janeiro
02 e 03 de Fevereiro – ..Bruna Pavanelli – Cantora de Blues – Rio de Janeiro
09 e 10 de Fevereiro – ..Rodrigo Nézio – Guitarrista e Cantor de Blues – Barbacena


Os shows serão as sextas e sábados, conforme acima, iniciando às 22h.

quarta-feira, 25 de outubro de 2006

MisterJack no Nordeste

O projeto Oi Blues By Night faz sua terceira edição em Fortaleza em alto estilo. Mister Jack, a banda de Benê Chiréia se apresentará no Anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, a partir das 21h. E quem produz são Roberto Maciel e Luiz Carlos de Carvalho, os caras que, junto com Diogo Farias, fazem o Fórum Harmônicas do Ceará.

O Oi Blues By Night surgiu em Recife, há quatro anos. Expandiu-se para João Pessoa e Natal e, este ano, chegou a Fortaleza. Trata-se de uma ação de marketing cultural da operadora de celulares Oi. Um dado importante: os shows em Fortaleza estão reunindo públicos até 30% maiores do que nas outras cidades.

Dia 25/10 - Mister Jack - Projeto Oi blues by Nigth - Manhatan - Rua Francisco da Cunha, 881, Boa Viagem - Recife - PE
Dia 26/10 - Mister Jack - Projeto Oi blues by Nigth - João Pessoa - PB (onde?)
Dia 27/10 - Mister Jack - Projeto Oi blues by Nigth - Natal - RN (onde?)
Dia 28/10 - Mister Jack - Projeto Oi blues by Nigth - Anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura - Rua Dragão do Mar, 81 - Praia de Iracema - Fortaleza - CE

e não percam tb

Fórum Harmônicas do Ceará 2006 - 24, 25 e 26 de novembro, no Centro Dragão do Mar, Fortaleza CE

site oficial em breve

Recado dado!

terça-feira, 24 de outubro de 2006

NY

Esse show eu gostaria de ver:
---------- Forwarded message ----------
From: dennis moriarty
Date: 24-Oct-2006 19:25
Subject: [Harp-L] Huge harp show in NYC this Saturday
To: harp-l@harp-l.org

At Joe's Pub on Saturday 10/28 at 7 p.m. with Wade Shuman's Hazmat Modine (with two lead harp players). The huge part is "The Four Harmonica Ensemble" featuring: Wade (diatonic), Randy Weinstein (mostly chromatic), Trip Henderson (diatonic), and Dennis Greunling ( diatonic, especially low tuned) interspersed with the rest of the show. This much harp doesn't happen in NYC too frequently (I was in Spain for Mark Hummel's Blow off at B.B. Kings which had to be the first time Lee Oscar played here in 25 years). Catch it while you can! dennis (nyc) p.s. I have no affiliation with any of these guys beyond respect and an occasional hand shake.


P.S.: Achei a mensagem abaixo no meu perfil no Myspace. A banda Hazmat Modine logicamente também pode ser achada .
HAZMAT MODINE - DELUXE
@
JOE'S PUB
425 LAFAYETTE STREET, NEW YORK, NY 10003
Tickets thru telecharge 212.239.6200 or visit www.telecharge.com
Table reservations and General information 212.539.8770 www.Joespub.org


HAZMAT modine is very pleased to present a special event with unusual guests and small acoustic ensembles from the band, as well as the full 8 piece extended version of the group known as HAZMAT MODINE-DELUXE at this wonderful New York City club. Joe's Pub has some of the best acoustics in NYC...This performance will be designed to take advantage of the clear and transparent sound of the venue...

This epic hour and a half show will debut some new material and particularly unusual manifestations of the band, including the astounding unprecedented dueling Tubas of Joe Daly and Dave Grego, two of New York’s great Tuba specialists. The band will perform both in small groups, one to three members...up to ten members…

The event also includes the unique appearance of an acoustic four Harmonica Hazmat Modine quartet. The group uses the harmonica much in the way a gospel quartet uses voices to create chordal blends, harmony, and rhythm, and references some of the work of the harmonica band movement of the 1920’s & 30’s. This unusual ensemble of harmonica virtuosos will perform both a cappella and with the full band…

domingo, 22 de outubro de 2006

Vitrola Acoustic Blues Festival

- Gustavo Andrade & Samir Chammas (Hot Spot)

- Leandro Ferrari & Rafael Resende (Batrak/Nasty)

- Hilmara Fernandes & Marcelo Silveira e Pedro kokaev (Loretta)


28/10 - Sábado [19:00hs]
Entrada: R$10,00

Vitrola Café & Arte
Rua Tomé de Souza, 1.081 - Savassi
Reservas: (31) 3227 2138


Bons ventos sopram para a gaita em Belo Horizonte. Não percam.

sábado, 21 de outubro de 2006

Vários vídeos da gaita em BH

Osmar de MeloChico da GaitaAndréa Furtini
Édson LoubackMariana BorssattoVendo R$ 200

sexta-feira, 20 de outubro de 2006

Shtreiml

Bem, depois de Hazmat Modine, Shtreiml é uma das minhas bandas prediletas. O Jason Rosenblatt é talvez o segundo aluno do Howard Levy mais conhecido, depois do del Junco, claro. E toca horrores. E toca música judaica. E no último CD eles misturaram isso com música turca. Eu prefiro a parte judaica, mas tenho esse último CD, comprado no CDbaby.com. Bem, mas chega de delongas, aqui o vídeo.

Pedro no Vitrola Amanhã

Prá quem não sabe, amanhã no Vitrola tem Loretta (Hilmara na Voz, Shellão no violão) e Pedro Kokaev na gaita, mandando brasa no blues.

A gaita está passando por um bom momento no recém-aberto Vitrola. Como eu já disse, é uma boa estratégia. Você traz público e se diverte. Nada mais saudável.

20/10 - Vitrola Music Café [21:00hs]
Rua Tomé de Souza, 1.081 - Savassi
BELO HORIZONTE, MG
Reservas: (31) 3227 2138


Quem não conhece o som do Pedro, devia conhecer. O Pedro é um dos melhores gaitistas da cidade e certamente um dos caras que mais pirados que eu conheço. Mas um videozinho do Youtube fala mais que mil palavras. Abaixo, um trecho dele tocando no Utópica, também gravado este ano.



Repararam o cut-and-paste? ;-)

quinta-feira, 19 de outubro de 2006

Os Melhores Shows Segundo o Kenji

Com gaita

1. Blues Etílicos lançando o CD Salamandra no SESC Pompéia, com duas bateras ao mesmo tempo, SP SP
2. Blues Etílicos na antiga Fábrica, em Santa Tereza, BH. Show de quase 4 horas pq cancelaram os shows dos dias seguintes, BH MG
3. Encontro de 10 Gaitistas (tributo à gaita blues, cada gaitista tocava 3 músicas de outro gaitista), filmado pelo Chico Blues. Fui de bluesmobile, conheci pessoalmente a galera da gaita. Destaque pro Benê e pro Eberienos, Campinas SP
4. Lançamento do CD do Gaita-L 2, no antigo Bar da Estação, a maior romaria de gaitistas para Belo Horizonte BH MG
5. Fórum Harmônicas do Ceará I, Fortaleza CE
6. Mister Jack, no John Bull de Floripa, SC
7. Leandro Ferrari + Rodrigo Eberienos no antigo Palco Paladar, BH MG
8. Mark Hummel, no Chicago B.L.U.E.S. de NY, USA
9. Mark Ford, no SESC Pompéia, SP SP
10. Carlini, Eisinger, Xavier, Fred, Osmar, Pedro, Mari, Édson, Homer com Hot Spot no tributo à gaita blues no Freud's Bar, uma aventura insana em BH MG
11. Madcat, Privilege, Juiz de Fora, MG
12. Charlie Musselwhite, noite chuvosa, casa vazia, no Mineiríssimo BH MG
13. Marcelo Batista, Minas Shopping, BH MG
14. Harmonicas Rio, SESC Pompéia, SP SP
15. Deja Blue, todos ;-)
16. Loretta Funkenstein, Garage d'caza, BH MG
17. Flor de Cal, campus da UFMG, BH MG

sem gaita

1. Ray Charles no parque das Mangabeiras, BH MG
2. Milton Nascimento, na praça do Papa, BH MG
3. Compay Segundo, no City Hall, NY, USA
4. Rodica, café do Usina, BH MG
5. Olivia Trio, Café com Letras, BH MG
6. Alda Resende, Tiradentes MG
7. Cássia Eller, lançamento do disco "Marginal, voz e violão, na antiga Fábrica, BH MG

decepção

1. Rod Piazza, Chevrolet Hall, BH MG

escaparam de mim

1. James Cotton, D.C., USA
2. Barbecue Bob, D.C., USA
3. Howard Levy, SESC Pompéia SP SP

não vão escapar de mim

1. Carlos Del Junco, Buenos Aires, Argentina
2. Toots
3. Jason Ricci
4. Tom Waits

;-)

Os melhores shows de acordo com Ben Felten

Aí o Ben Felten respondeu ao Jason. Saca o show 2, Kenji!

---------- Forwarded message ----------
From: Planet Harmonica
Date: 18-Oct-2006 15:00
Subject: Re: [Harp-L] The Best shows I Ever Saw (Long little harp content)
To: harp-l

Oooooh ! Nice topic ! May I ?

I'll do it chronologically !

1. JJ Milteau - Paris 1992 : A good friend of mine invited me for my birthday to a Michel Jonasz concert at the Paris, Zenith, a huge 5000 seater. Milteau was the opening act, just him and a jazzy guitar player (JM Kajdan). That night changed a good chunk of my life, in retrospect. Imagine these two guys, with just one spotlight on each of them, playing blues tunes to a 5000 people audience who came to see someone else... Well, after three minutes JJ had everyone laughing, and after ten all the feet around me were stomping, the hands clapping. JJ did the gig very cleverly, halfway between a history of the diatonic harmonica and a show. He managed to draw people into his musical world in a way that I've seen very few artists do. He was encored, which totally amazed me for a first part. That night I bought his Blues Harp album, the next morning I had a method and a diatonic, and the rest is (my personal) history !

2. Morphine - Lyon, 1994 : After a week's holiday in the Alps, we met with a few friends to end our holiday with a prolonged week-end in Lyon. On the thursday night, Morphine was playing and we had our seats. My friend Olivier had made us discover that great rock band, so we weren't gonna miss it. We had the first two albums, knew them by heart already. Looking back, this is probably the first rock concert I went to, and the energy was just stunning. I could feel my innards vibrating to the sound of Dana Colley's baritone sax. The minimalism of the line up allowed for awesome contrasts between quiet moments and wild, furious bouts of energy. I remember Mark Sandman explaining that playing a four string instrument was too complicated which was why his bass only had two (a wonderful understatement of his ability as a musician, when you know the character a bit). I remember being the first to yell Thursday when Sandman asked in broken French which day of the week it was, I remember seeing the fleeting smile on his face. I always wanted to go and see Morphine again, even though their later albums had lost in punch what they had gained in sophistication. I nearly drove down to Paris once to catch a gig and ended up feeling too tired. A few weeks later, I read that Sandman had died on stage in Italy.

3. Buddy Guy - Birmingham (UK) 1996 : This was my first genuine blues gig, just before the release of Buddy's "Real Deal", when he was on the ascent again. I like to think that he was still in a giving mood when on stage, something I have felt less and less over the years, and I've seen Buddy many times. Or maybe it was just all new to me and his gigs are repetitive. Anyway, that night just blew me away. The thing that struck me the most was how, on the slow blues, he would draw the volume down to a whisper ("Make it so funky they can smell it !) and have you straining on the edge of your seat just to hear him, and then suddenly crank the volume to 10 and literally slam you backwards under the sheer power of it all. The band had the full horn section back then, which was a treat. I remember him playing Five Long Years, Feels Like Rain, Love her with a Feeling but there was many more. I became a Buddy Guy addict that day, and even though his latest output hasn't really moved me, I still am in many ways...

4. Ray Brown Trio - Cheltenham (UK) 1996 : I was living and working in Coventry (UK) at the time and most of my friends were students. As a consequence, during school holidays I was really lonely since all of my pals would go back home for a week or two. I'd been introduced to Ray Brown a couple of years earlier when a friend of mine bought me Live at the Concord Jazz Festival for my birthday. Loved that record. Anyway, on a saturday monring, bored as usual, I took the train to Birmingham and hung out for ages in a second hand record shop, I think I got some Count Basie. And then I saw a jazz magazine and as I flipped through the pages, I saw an advert for the Cheltenham Jazz Fest. That same afternoon, Ray Brown was playing there. I jumped on the train and went down there straight away. I remember as the gig was set to begin, this really young guy comes on stage, looking maybe 19, and takes the mic. Introduces Ray Brown. I though he was an usher for the festival. Turned out he was Benny Green, Ray's pianist at the time. Looked young, made your jaw drop when he played. I think it was still Jeff Hamilton on drums although it may have been Greg Hutchinson. The high point of that gig was Manha de Carnaval (Black Orpheus) played solo on the double-bass. Superb and magical. There was no one like Ray Brown.

5. Oscar Peterson - Marciac 1997 : On the summer I went back to live in France, we were vacationing for a week in the South-West and I convinced my future wife to attend the Marciac Jazz Festival for an evening. Oscar Peterson was playing and I really didn't want to miss that. He was already severely diminished, his left hand playing virtually non-existent, but his right was still there, although he tended to play more sentimental than in the hold no barrles 80s records I had discovered him with. NHOP was on bass, with that mellow, supple sound, and Ulf Wakenius on guitar. It was, all in all, a good evening of music even though it wasn't stunning. I guess the sheer presence of this guy who, by all medical accounts should have been lounging on his terrace rather than playing concerts to thousands of people was something. The most intense moment came at the end of the concert. The whole audience stood to their feet and clapped for maybe fifteen minutes non-stop, the implied meaning being that they wanted an encore. Oscar came out again after fifteen minutes in his wheelchair, and you could see that he was pale and drawn-out, but he was wheeled back to the piano, and played a last piece. I still feel a little collective guilt about that. But it was an intense moment...

6. Erik Truffaz Quartet & Nya - Paris (2000) : I'd gotten into Erik Truffaz when Bending New Corners was released, and that combination of jazz, hip-hop groove and slam delivery by Nya really grabbed me. I had seen the band at the New Morning for the CD release party and then acquired The Dawn, but when I saw that they were playing at La Cigale, just next to where I lived, I convinced my wofe to come with me even though it was jazz and she feared it would be too intellectual for her. The sheer musicianship of the band was astounding that night, and the venue magnified it : down below on the floor was the groove crew, dancing to the funky beat of Marcello Giuliani's double bass. In the upper boxes, were the jazz fans, seated and enjoying the music. We even saw French celebrity Henri Salvador a few seats away from us. Striking moments ? I seem to remember a great Friendly Fire and a superb Bending New Corners. Another moment stuck in my mind was long drum solo by Marc Erbetta. I'm not a big fan of drum solos in general, but that one was stunning. Actually, I was stunned even more when, at the end of the solo, my wife stood up and clapped and cheered !!!

7. Bob Brozman, Djeli Moussa Diawara & Takashi Hirayasu - Paris (2000) : Bob Brozman had just released two collaborative records, Ocean Blues with Guinean kora player Djeli Moussa Diawara and Jin Jin with Okinawan shamisen player Takashi Hirayasu. When I saw the triple bill in Paris I got some tickets for me and my then pregnant wife. It was magical evening. A small venue, more string instruments than I'd ever seen on one stage, and a relaxed, humorous atmosphere as only Bob knows how to set. Three sets, first one with Bob and Djeli Moussa. The only common language these two had was Bob's broken French, but they played a light-hearted rather upbeat set with Djeli Moussa singing most of the tunes. The second set was slightly more melancholy affair, most of the tunes being on the quiet side. Takashi was as dicreet as Bob was exhuberant, but they hit a sweet communion spot at one point where you could feel that they had never yet connected on that level. Turned out it was their first time live together. The third set, the three musicians were on the stage. They'd never even played together. I remember a blues-ish tune that went deep deep deep in emotion, and when they finally finished, their was a silent hush in the audience for about twenty seconds... Then the applause thundered ! And to think that my unborn Corentin listened through all this !!!

8. Les Chats Variés - Condat sur Vienne (2001) : When I got down to Condat in October 2001, I'd been doing Planet Harmonica for a couple of years and considered myself knowledgeable on the French harmonica scene. I had vaguely heard of Eric Chafer, knew he was using some sort of altered tuning but that was it. When he and his guitarist pal Francis came on stage to open the 2001 Harmonicales festival, I honestly wasn't expecting much. After a minute of Eric's playing, I was floored. The sound, the fluidity, the melodic lines, the sheer musicality of it all was astounding. After a couple of songs on harmonica, he apologised that their repertoire didn't feature harmonica on every song and switched to acoustic bass. My jaw then dropped to the floor alongside the rest of me. The rest of the music, the lyrics, the world of Francis' songs was superb as well. I remember half an hour into the gig, Brendan Power (who was supposed to be preparing since he was playing next) coming to me in the dark and asking "who IS this guy ?" I couldn't tell him. I met Eric later, and we became good friends (although he's impossible to get hold of) but that first moment of finding such a luminous talent living, as it were, in your backyard, was something I'd never experienced before...

9. The Rhymth Junks - St Aignan sur Cher (2005) : I've been a steady fan of Steven de Bruyn's playing ever since seeing El Fish in Tamines in 1998 or 1999, so I already knew of the Rhythm Junks' and their first album before the gig. Still, the sheer energy and inventiveness of this band amazed me more than ever live. Linking this back to my enjoyment of the relative sparseness of Morphine mentioned above, the absence of any chordal instruments in the Rhythm Junks makes it a unique musical experience. It's driven mostly by bass and drums, expcept when the horn section kicks in, either to create the harmony or support the rhythm. I was shaking my ass the whole gig, it was just awesome. Steven's stage presence is astounding as well, he was jumping up and down, switching harps, using toys and gadgets musically, all the way through. I wanna see them again. And again. And again...

10. The Dirty Dozen Brass Band - Paris (2006) : I was feeling shitty that day when I got to the New Morning just in time to hear the Dirty Dozen Brass Band begin their gig. After a drum+sousaphone+guitar intro, the whole band moved in and jumped into Charlie Dozen. I can remember feeling the grin creep on my face then ! The whole gig was a blast, with a lot of people dancing (in fact, the only time I'd seen that before at the New Morning was Erik Truffaz...) I remember hearing all the songs I wanted to hear, Remember When, Time (I think) and also some other stuff I hadn't heard. I chatted with Jamie McLean, the guitarist, at the intermission. Once they'd finished, the crowd encore for five minutes and then again, same as earlier in the evening, a drums + sousaphone + guitar groove was laid down for Roger Lewis to come and rap as the dirty old man. It was hilarious (and funky). Then they finished the with Ain't Nothing but a Party. What else can you ask for ?

Ben FELTEN
http://harmonica.typepad.com

Bresslau

Osmar no Vitrola Hoje

Prá quem não sabe, hoje no Vitrola tem Gustavo (Hot Spot) na guitarra e Osmar de Melo na gaita, mandando brasa no blues.

Eu tb acabei de descobrir que eu e a Mari estamos convidados ;-)

Vai ser aquele esquema de sempre. O Gustavo é um cara muito bacana e está sempre abrindo espaço pros gaitistas aparecerem e darem uma canja. É uma boa estratégia. Você traz público e se diverte. Nada mais saudável.

19/10 - Vitrola Music Café [21:00hs]
Rua Tomé de Souza, 1.081 - Savassi
BELO HORIZONTE, MG
Reservas: (31) 3227 2138


Quem não conhece o som do Osmar, devia conhecer. O Osmar é um dos melhores gaitistas da cidade e certamente um dos caras que mais ama blues, de paixão, que eu conheço. Mas um videozinho do Youtube fala mais que mil palavras. Abaixo, um trecho da canja que ele deu com o pessoal do Supersom C&A, uma banda de baile, na festa de formatura dele deste ano. O terno parece fazer os gaitistas tocarem melhor ;-) Acho que vou de terno e sugerir que a Mari vá tb. E quem sabe um chapéu tb ;-)

Rápidas Reformas

como vcs podem ver, cara nova ;-)

explico

as imagens anteriores ficavam num servidor dedicado. eu tinha o domínio gaitabh.org num servidor e o servidor propriamente dito em outro.

como eu muito diligentemente esqueci de renovar ambas as anuidades, pegaram o meu domínio antigo e eu acabei zerando o servidor antigo num acesso de loucura ;-)

com isso, foi-se num suspiro o site do gaita-bh, que continha os cds do gaita-l, o site da barbearia, o portal propriamente dito e etc

portanto, vida nova. pretendo repensar muitas coisas da minha relação pessoal com a gaita. não abandonar, mas lidar de forma diferente. para melhor imagino.

o cd do gaita-l 2006 e o gaitista homenageado 2006 continuam, promessa é dívida, mas muito provavelmente vai ser o último ano que me envolvo com cd do gaita-l, homenagens, bh harmonica combo, barbearia e etc... e dessa vez é para valer.

inevitável. mas vai ser bom, vcs vão ver.

Kenji